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Cérebro. Um quarto dos que sofrem ataque cardíaco relatam experiências de quase-morte 2026

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Cérebro. Um quarto dos que sofrem ataque cardíaco relatam experiências de quase-morte 2026
Cérebro

Até que ponto a ciência pode explicar alguns mistérios da existência humana, como os relatos associados às experiências de quase-morte ou a vidas passadas? E será que a consciência se limita ao funcionamento cerebral ou está muito para além da matéria Não é todos os dias que neurocientistas, psicólogos, biólogos ou filósofos de renome internacional se juntam para refletir sobre estas temáticas, numa perspetiva científica, mas estão a fazê-lo por estes dias, até domingo, no Simpósio ‘Aquém e Além do Cérebro’, promovido pela Fundação Bial, no Porto.

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    Se as experiências de quase-morte parecem ter finalmente uma explicação ciêntífica, ainda que parcial, os relatos de milhares de crianças que reportaram pormenores exatos e comprovados de alegadas vidas passadas noutras épocas e geografias, continua a ser um enigma de que a ciência se conseguiu aproximar, mas ainda não sintetizar.

    Afinal, estamos a falar de um universo que, apesar de muito complexo e intangível, já começa a ser medido. Existem, pelo menos, 2500 casos reportados de crianças, ao longo das últimas décadas, que dizem de modo detalhado e consistente ter vivido noutro corpo e noutra época. E em mais de dois mil destes casos foi possível confirmar a veracidade histórica das alegações, graças a um projeto de investigação de longo prazo levado a cabo pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, através do seu Departamento de Estudos Percetivos (DOPS).

    Quanto às experiências de quase-morte, também já se começa a destapar uma parte do véu que tem coberto uma das mais extraordinárias experiências da vida humana. Os dados globais indicam que “cerca de 25% das pessoas que sofreram uma paragem cardíaca relatam ter tido uma experiência de quase-morte”, associada a uma luz branca e a uma sensação de estar fora do corpo, disse a neurocientista belga Charlotte Martial, professora da Universidade de Liége, em entrevista ao DN, a propósito da sua participação como oradora no simpósio.

    A médica e investigadora no hospital belga de referência para os estados de coma, em Liége, tem estudado a fundo os neuromecanismos associados a situações críticas, como paragens cardíacas e outras que levam as pessoas aos cuidados intensivos.

    Mais de metade dizem ver ‘entidades’

    A investigadora adianta que “cerca de 15% dos pacientes que sobrevivem a um internamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também relatam experiências de quase morte, quer envolvam manobras de reanimação ou não”. Ao nível da população em geral, “o que as pesquisas indicam é que à volta de 4% da população pode ter vivenciado uma experiência equivalente em algum momento da sua vida”.

    O mais intrigante é que a maioria (60%) dos que relatam ter vivido aqueles fenómenos também reportam “encontros com entidades”. Charlotte Martial diz que “as experiências são bastante variadas, podendo envolver uma simples sensação de presença ou encontros mais vívidos com imagens, ou entes queridos mortos ou entidades com figuras humanizadas”.

    A investigadora tem conduzido estudos sobre estes estados alterados de consciência _ chamemos-lhe assim_ tanto em cenário real como em modo ‘laboratório’ e a conclusão mais inovadora e desconcertante é que “as experiências reportadas são muito semelhantes num e noutro cenário”, disse ao DN.

    O ensaio queria perceber se induzindo de modo artificial as situações críticas no cérebro similares às que ocorrem num ataque cardíaco, através de uma manobra de hiperventilação, que memórias produziriam em pessoas em estado normal. “O que verificámos, através de scanner, é que a complexidade neuronal aumentou, tal como acontece em cenário real”.

    Ficou assim provado “pela primeira vez, que é impossível induzir sensações semelhantes às da quase-morte de forma voluntária”. Nas experiências foram usadas substâncias conhecidas como psicadélicas, como a ayuaska, que são também usadas em casos sérios de doença mental, e os voluntários também relataram as sensações de paz ou de visualizar uma luz branca, entre outras.

    Questionada sobre se as sensações descritas têm mais a ver com algo que acontece no cérebro do que com a experiência de quase-morte em si, Charlotte Martial, é muito pragmática: “Sim, apesar da perceção comum de que a experiência de quase-morte ocorre quando o cérebro “desliga” completamente, as evidências científicas não apoiam essa ideia. Em resumo, quando o cérebro é privado de oxigênio, os níveis aumentam, criando uma notável falta de energia nas células cerebrais. Isso desencadeia uma reação em cadeia, tornando certas áreas do cérebro, como as envolvidas na percepção e na consciência, como as regiões occipital e temporoparietal, muito mais ativas. O cérebro libera grandes quantidades de neurotransmissores, principalmente nessas áreas, que podem desempenhar um papel nas diferentes sensações de uma experiência de quase-morte, como sentir-se em paz, ver imagens vívidas, sentir-se separado do corpo ou ter memórias fortes e duradouras”. Os resultados das duas investigações da neurocientista belga sobre tema foram publicados na Nature Reviews Neurology (2025).

    Consciência além da matéria

    Sobre a eterna dúvida de se a consciência permanece após a morte, Charlotte Martial considera que “a resposta honesta, de um ponto de vista estritamente científico é que não podemos concluir que sim. De momento, não temos as ferramentas tecnológicas para poder testar essa hipótese, pelo que temos de reconhecer essa limitação”, disse. E as experiências realizadas só puderam incidir sobre cérebros em morte clínica e não biológica, justifica.

    Já o neurocientista Christof Koch, do Allen Institute for Brain Science e antigo professor no MIT e na Caltechque, que tem estudado a consciência, reconhece a dificuldade em reduzir a experiência consciente a mecanismos físicos e questiona a física contemporânea quanto à definição do que é “real”, tendo em conta as experiências de quase morte ou estados místicos ou episódios de lucidez terminal – que continuam a desafiar uma explicação estritamente científica, diz.

    Koch defende a necessidade de reconsiderar metafísicas clássicas, como o idealismo ou o panpsiquismo, à luz do método científico atual, reconhecendo que aquelas consideram a consciência como um elemento fundamental da realidade e não como um mero subproduto do cérebro. O neurocientista é apologista da Teoria da Informação Integrada que postula que qualquer sistema com um alto grau de informação integrada possui experiência subjetiva – uma formulação científica do panpsiquismo. Figura central no estudo da consciência, Koch tem desenvolvido métodos inovadores para detetar sinais de atividade consciente em doentes não responsivos.

    Vidas passadas

    O avanço do estudo nestas matérias esbarra nas limitações científicas também para teorizar sobre os relatos das crianças com memória de ‘vidas passadas’. Mas essa é a missão de vida de Jim Tucker, que está a seguir o trabalho iniciado por Ian Stevenson, há 60 anos, na Universidade de Virginia, no Departamento de Estudos de Perceção. Entre os mais de 2500 relatos, há crianças que descrevem a morte violenta de um desconhecido, que reconhecem antigas vilas onde nunca estiveram, ou cujas declarações, quando verificadas, apontam para pessoas reais já falecidas, sem qualquer ligação aparente à sua rede familiar. Algumas apresentam marcas de nascença compatíveis com ferimentos da alegada “vida anterior”, sendo que, por vezes, os relatos começam muito precocemente quando começam a falar, por volta dos dois anos.

    Alguns desses relatos foram documentados ao longo de seis décadas de investigação, sob a lupa de equipas que tentaram descartar a fraude, a fantasia ou contaminação cultural.

    Os dados das pesquisas desafiam os modelos convencionais da consciência e da memória. Tucker diz não ter respostas fechadas, mas defende que se encarem os limites do materialismo, por muito incómodo que nos possa causar. Na sua intervenção, no simpósio que decorre no Porto, ele explora desde mecanismos psicológicos e ambientais até hipóteses mais desconfortáveis, que escapam ao que normalmente se ensina nas faculdades de medicina.

    Entre os participantes portugueses, Miguel Castelo Branco, neurocientista da Universidade de Coimbra, está envolvido em projetos de investigação aplicada para tentar captar de estimular sinais cerebrais em pessoas ‘aprisionadas’ quase em coma ou em estados vegetativos para em conjunto com sistemas robóticos saber se é possível comunicar com eles. “A ideia é testar, por exemplo, em pessoas com esclerose lateral amiotrófica, que não se podem mexer, mas não se pode dizer que não tenham vida mental”, disse em declarações ao DN.

    O investigador _ da comissão organizadora do simpósio que registou 400 inscritos _ considera em jeito de síntese que “alguns fenómenos têm uma explicação fisiológica, outros não e outros podem ainda vir a ter, pelo que a ciência não deve desistir de procurar”.

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