• News
  • Investigations
  • Online Store IUSTITIA
  • Real Estate agency
  • Petar Nizamov
  • Fitness & Wellness coach
  • Food Delivery
  • Charcoal retail
  • Firewood Wholesale
  • Charcoal Wholesale
  • Web Development agency
alarbyh العربية dk Dansk de Deutsch gr Ελληνικά en English bg български czech Čeština es Español fr Français il עברית hr Hrvatski hu Magyar it Italiano lt Lietuviškai lv Latviešu valoda mk македонски јазик no Norsk Bokmål nl Nederlands pl Polski pt Português ro Română ru Русский sk Slovenčina si Slovenščina sr Српски језик se Svenska tr Türkçe ua Українська japan 日本語 thai ไทย iran فارسی china 中文 (中国) belarus Беларуская мова osterreich Deutsch Austria schweiz Deutsch Switzerland shqiperia shqiperia usa English USA bih Bosanski
Domingo, Novembro 8, 2026
Logótipo de um site dedicado ao jornalismo de investigação e a artigos aprofundados sobre temas de interesse público
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
Logótipo de um órgão de comunicação social dedicado ao jornalismo de investigação, com publicações, análises e materiais documentados de interesse público
No Result
View All Result

“Brejnev tinha caviar à vontade no Kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026

Юстиция Иванова by Юстиция Иванова
Abril 11, 2026
in Без категория
0
Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

Uma seleção de artigos investigativos e publicações jornalísticas. A imagem destaca o foco do site no jornalismo investigativo e em temas de interesse público.

No seu Na cozinha do Kremlin, fala muito de caviar e de vodka na Rússia. Combinam bem?

Bem, combinam e não combinam. Combinam porque a vodka ainda é bastante popular na Rússia, embora menos nos últimos tempos. E caviar, claro, têm e é excelente, mas só para os ricos, não se vê gente comum a comer caviar. Os chefs do Kremlin usam bastante caviar. Usam-no para impressionar os convidados estrangeiros, para mostrar a riqueza da Rússia. Adoram servir numa enorme travessa só para provar que se podem dar ao luxo de servir caviar em doses generosas. Entretanto, ocorreu-me uma observação sobre a vodka e a Rússia. Quando estava a trabalhar no livro, percebi que na Rússia existe esta estranha alternância: muitas vezes, depois de um líder sóbrio no poder, surge um alcoólico. Aconteceu com os czares. Alguns deles bebiam muito, como Pedro I, que era realmente louco no que diz respeito ao álcool. Mas depois houve alguns czares sóbrios, incluindo o último czar, Nicolau II. E depois tivemos o primeiro-secretário do Partido Comunista, Khrushchev, que bebia muito, e depois dele também Brejnev. Mas a seguir veio Gorbachev, que quase não bebia, depois Yeltsin, um alcoólico, e depois Putin, que bebe ocasionalmente e não respeita quem bebe muito. Muita gente não sabe, mas na Rússia existe a Lei Seca. Não se pode comprar álcool depois das 22h. É por isso que digo que é um país de caviar e vodka, mas também não é.

Съдържание :

Toggle
  • No seu Na cozinha do Kremlin, fala muito de caviar e de vodka na Rússia. Combinam bem?
  • O caviar já foi amplamente consumido, ou mesmo abundante sempre foi reservado à elite?
  • No livro fala de muitos líderes soviéticos e nem todos eram apreciadores de caviar. Alguns pediam pratos bem populares.
  • De Lenine a Gorbachev, passando por Estaline, Khrushchev e Brejnev, os dirigentes apreciavam comidas de toda a URSS? Ou preferiam da sua república, como a Geórgia de Estaline?
  • Putin contou ter um avô cozinheiro, Spiridon Putin. Ser cozinheiro é prestigiante na Rússia
  • Quando Putin falou do avô cozinheiro quis parecer um homem do povo?
  • Fez reportagens por toda a Rússia. Qual prato mais apreciou?
  • Falando do seu outro livro, Como saciar um ditador, pergunto: os ditadores costumam ser exigentes com a comida
  • Teve surpresas com o paladar dos ditadores?
  • Os chef eram muito escrutinados antes de serem contratados pelos ditadores?
  • Pensa escrever sobre os chefs dos presidentes americanos e franceses ou dos reis ingleses?

O caviar já foi amplamente consumido, ou mesmo abundante sempre foi reservado à elite?

Obviamente, é para a elite, sempre foi. Mas existe um mercado negro de caviar, especialmente nos arredores da cidade de Astracã, no Mar Cáspio, onde se encontra a maior produção de caviar. Costumava ser assim em todos os países ex-comunistas que conheço, na Polónia, por exemplo. Eu venho de uma cidade que tinha uma pequena fábrica de queijo, e tínhamos um mercado negro de queijo. Podia comprar queijo ilegal a metade do preço, e o mesmo acontece com o caviar. Assim, as pessoas em Astracã e arredores podem consumir caviar. Mas, em geral, poucos na Rússia podem pagar pelo caviar. É só para políticos e oligarcas.

No livro fala de muitos líderes soviéticos e nem todos eram apreciadores de caviar. Alguns pediam pratos bem populares.

Ser líder, especialmente líder da União Soviética, era como estar numa jaula dourada. Tinham privilégios. Viajavam, conheciam pessoas importantes de todo o mundo. Mas às vezes esse líder não podia realmente fazer tudo o que queria. Se quisesse ficar na cama mais tempo, não podia. E se quiser comer o que as pessoas comuns comem, também não podia. E como sabe pelo livro, tornei-me muito próximo do chef e então diretor das cozinhas do Kremlin, Victor Beliaev. E uma das melhores histórias que Beliaev me contou foi sobre Brejnev, que detestava a cozinha do Kremlin. Porque tinha de comer esturjão, caviar, todo o tipo de comida burguesa de que não gostava. Cresceu a comer batatas assadas. E era isso que queria para as refeições. Assim, sempre que havia uma festa no Kremlin, logo após terminar, ligava ao chef privado e pedia batatas assadas.

De Lenine a Gorbachev, passando por Estaline, Khrushchev e Brejnev, os dirigentes apreciavam comidas de toda a URSS? Ou preferiam da sua república, como a Geórgia de Estaline?

Estaline e o seu chef fizeram uma revolução na cozinha do Kremlin. Estaline foi um comunista devoto, tal como Lenine. E a última coisa com que se preocuparia seria a comida. Achava que era coisa de burguês concentrar-se no que se come. Ia contra o espírito revolucionário. Mas depois contratou um amigo de infância, Egnatashvili, que trouxe-o de volta ao magnífico mundo da cozinha georgiana, que é surpreendentemente boa. E depois de Estaline, tivemos dois líderes ucranianos. E sim, ambos adoravam a cozinha da sua Ucrânia. Já falei de Brejnev, que adorava batatas. Mas Khrushchev pediu aos seus chefs pessoais que fossem à Ucrânia, à região onde ele viveu, para aprenderem a cozinhar com as senhoras idosas que lá viviam. Queria uma cozinha que fosse como a da mãe. Depois veio Gorbachev, que também nasceu na Ucrânia, mas no seio de uma família russa. Era uma espécie de burguês entre os líderes. Adorava as novas possibilidades que o poder lhe proporcionava. Já depois do fim da União Soviética, veio Yeltsin, que era da Sibéria e adorava a comida siberiana. Adorava sopas russas como a shchi e a borscht. E agora temos Putin, realmente focado na saúde. Sabe que o que está na floresta é provavelmente saudável. Portanto, se é um animal selvagem, se é uma rena, se é uma ave, é este tipo de animal que ele aprecia. Os russos caçavam muito, e este é um elemento importante da mesa russa. No Kremlin têm provavelmente a única cozinha profissional no mundo que sabe servir um urso. Nunca ouvi falar de uma outra cozinha de chefs profissionais que consiga servir um urso e saibam como o preparar. Têm receitas boas para o ensopado de urso. Raramente o fazem porque é pesado. Dito isto, quero salientar que não escrevi um livro que elogia a cozinha russa ou a grandeza da Rússia. É uma coletânea de reportagens sobre a forma como a Rússia utilizou a comida como instrumento de terror e para construir o seu império.

Putin contou ter um avô cozinheiro, Spiridon Putin. Ser cozinheiro é prestigiante na Rússia

Putin vem de uma família de chefs. O avô era chef, mas não só o avô, todos os irmãos também eram chefs. Viviam em aldeias perto dos Montes Urais. E o avô de Putin era o melhor de todos. Veio a pé dos Urais até São Petersburgo. Mas quanto a ser um trabalho prestigiado ou não prestigiado é o mesmo que em qualquer outro país. É simplesmente um trabalho muito duro. Acima de tudo, a questão é que penso que a posição de um chef é bastante diferente nos países que experienciaram a pobreza. E penso que as pessoas de países como a Rússia, a Ucrânia, o Cazaquistão, a Moldávia, pessoas que compreendem o que é a fome, têm uma abordagem diferente a este tipo de trabalho, sentem que ser chef é bom e tratam os chefs com respeito. Portanto, é prestigiante e, principalmente cozinhar para o poder traz um grande prestígio. E temos aqui um belo exemplo do tema central do meu livro: a relação entre poder e política. O senhor Prigozhin, que era chamado de chef de Putin, nunca cozinhou para Putin. Era apenas dono de alguns restaurantes de luxo. E sabia muito bem como usar essa posição. E servia as melhores refeições a Putin. Sabia como lidar com o ego de Putin. E tornou-se muito, muito importante em toda a estrutura de poder na Rússia. Até, claro, ao seu motim, à sua rebelião contra Putin e à sua posterior morte.

Quando Putin falou do avô cozinheiro quis parecer um homem do povo?

Sim, obviamente, se cozinha para alguém, significa que essas pessoas confiam em si. E Putin estava a mentir sobre o seu avô. Na verdade, quando comecei a trabalhar neste livro, pensei que teria um belo capítulo que demonstrasse a estreita relação entre a culinária e o poder, e entre a comida e o poder, na Rússia. Porque Putin contou a história do seu avô, um homem que cozinhava para Estaline, Lenine e todas as figuras importantes da União Soviética. E, basicamente, a mensagem para o povo russo era algo como: vejam, cozinhou para Estaline, Lenine e todas as pessoas que vocês respeitam, sim, porque ainda respeitam Estaline. Quer dizer, é estranho para qualquer pessoa na Polónia e outros países, mas na Rússia ainda respeitam Estaline, um assassino em massa, um ditador. E Putin pensava: “Se Estaline confiava no meu avô, vejam que família incrível somos nós, fiáveis”. E funcionou porque ninguém consegue verificar se o avô dele era de confiança. Se quiser verificar, é muito fácil saber que o avô dele era apenas um cozinheiro idoso, um grande chef, mas ninguém importante. Mas, na Rússia, não se pode investigar muito a vida de Putin. Na biografia oficial, o avô de Putin era cozinheiro de Estaline e Lenine. E quando fui aos arquivos, e há um arquivo muito bem conservado sobre Lenine, por exemplo, encontrei descrições de todas as pessoas do círculo pessoal. Há contas, salários, tudo. Sabem exatamente quem cozinhava para Lenine. Mas quando perguntei ao diretor dos arquivos da dacha de Lenine sobre se o avô de Putin foi lá chef, disse que estavam à procura.

Fez reportagens por toda a Rússia. Qual prato mais apreciou?

Bem, tive o privilégio de provar a comida preparada por Beliaev, que era um chef realmente incrível. Trabalhou no Kremlin mais de 40 anos. Richard Nixon, quando visitava o Kremlin, pedia a Beliaev que lhe cozinhasse. Quando Margaret Thatcher visitava o Kremlin, pedia a Beliaev que cozinhasse para ela. Era um chef brilhante, incrível, muito bom. Tornámo-nos bastante próximos sempre que estava na Rússia e me preparava para escrever este livro. Estive na Rússia mais de 20 vezes. Beliaev convidava-me para ir a sua casa e preparava algo. Sem dúvida, a melhor comida que já lá experimentei foi em casa dele. E a melhor comida que experimentei foi a sopa de esturjão. O esturjão é um peixe muito raro. É delicioso. A segunda melhor era algo muito simples como blini com caviar. Blini são panquecas feitas de uma forma especial, com natas azedas. É ótimo. Qualquer chef sabe como o fazer. Mas quando Beliaev cozinha para nós, acredite, é a melhor comida que já experimentámos.

“brejnev tinha caviar à vontade no kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026 brejnev tinha caviar vontade kremlin mas preferia batat no seu na cozinha do kremlin, fala muito de caviar e de vodka na rússia. Combinam bem? Bem, combinam e não... Iustitia. Bg “brejnev tinha caviar à vontade no kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026 2026-04-11 10:59:40 justiça - iustitia. Bg
No seu livro Na Cozinha do Kremlin, Witold Szablowski fala dos chefs de Estaline e outros líderes soviéticos, também do que comiam astronautas como Iuri Gagarine, o primeiro homem no espaço. Em Como Saciar um Ditador, ficamos a saber as preferências gastronómicas de Saddam Hussein ou de Fidel Castro.

Falando do seu outro livro, Como saciar um ditador, pergunto: os ditadores costumam ser exigentes com a comida

Com certeza. Ser ditador é uma profissão muito stressante. Significa viver sempre sob uma pressão terrível. Talvez haja uma guerra. Talvez outro país esteja a planear um ataque. Talvez esteja a haver um golpe de Estado. E além disso tem problemas familiares, como toda gente. A sua vida é muito intensa. E quando comecei a escrever sobre comida e ditadores, imaginava que a comida seria extravagante, que comeriam todo o tipo de pratos estranhos. E a maior descoberta foi esta: muito rapidamente, começam a pedir aos seus chefs que preparem comida caseira, a comida que costumavam comer quando eram crianças. Compreendem que a refeição é um dos raros momentos do dia em que se pode relaxar durante cinco minutos, esquecer todo o stress. É por isso que são tão exigentes. São exigentes no sentido, claro, que esperam que tudo seja da melhor qualidade. Esperam que a comida seja servida com talheres de prata ou ouro, pratos bonitos, etc. Mas acima de tudo, a dada altura, começam a pedir a comida mais simples possível. Muitas vezes, estão gravemente doentes. Tal como Enver Hoxha da Albânia, que tinha uma diabetes grave. Frequentemente, têm ataques cardíacos, têm cancro. Como Pol Pot, que descobriu ter cancro depois de ter sido deposto. Muitas vezes a comida não é para ser extravagante, mas sim para ser saudável e reconfortante. E Putin, aliás, é um bom exemplo disso. Compreende o que é a alimentação saudável, o que provavelmente significa que viverá muito tempo, o que é um desastre para a Europa, para a Ucrânia, para a Polónia, para a região.

Teve surpresas com o paladar dos ditadores?

A maior surpresa foi o gosto pela comida saudável. E caseira. E tenho um belo exemplo disso. Há um chef de cozinha de Hoxha que a certa altura percebeu que tinha ido trabalhar para um ditador sanguinário, como substituto de um tipo que acabou à frente de um pelotão de fuzilamento. Hoxha acordou um dia de mau humor, estava muito irritadiço. E a certa altura, começou a gritar com os funcionários. Disse que a sopa estava demasiado salgada. Disse que o chef o queria matar. E matou o chef. E o jovem que acabou por se tornar o novo chef tinha apenas 19 anos. E compreendeu que era um lugar muito arriscado. Que precisava de fazer algo que fizesse Hoxha pensar duas vezes antes de ordenar a sua execução. E muito rapidamente compreendeu que precisava de aprender a cozinhar exatamente como a mãe de Hoxha cozinhava para ele em criança. Cozinhando durante 20 anos para um ditador louco, sobreviveu simplesmente porque aprendeu a cozinhar para ele exatamente da mesma forma que a mãe. Mas, claro, havia alguns pratos que eram belíssimos. Por exemplo, a sopa de peixe de Tikrit, a preferida de Saddam Hussein, era um prato incrível. É muito fácil de preparar, muito surpreendente porque é uma sopa de peixe, mas leva amêndoas, leva passas. Não é uma sopa típica da cozinha iraquiana. É uma sopa da família de Saddam. O chef disse-me que a receita desta sopa era um segredo. Não me queria contar a receita, dizia que a ia levar para o túmulo. Tive de o convencer durante mais de uma semana, E, finalmente, quando me entregou o papel com a receita, disse: “Ah, sabe, até agora só eu e a Sajida Hussein, a mulher de Saddam, é que sabíamos da receita.” Assim, todos os que lerem o livro sobre os chefs dos ditadores poderão ser a quarta pessoa no mundo a conhecer esta receita única. Mas também há, por exemplo, uma receita de peixe com molho de manga da mesa de Fidel Castro.

Os chef eram muito escrutinados antes de serem contratados pelos ditadores?

Eram sempre escolhidos muito, muito bem. Por exemplo, o chef de Saddam não sabia que os Serviços Secretos estavam a conduzir uma grande investigação sobre ele. Foi investigado durante mais de dois anos. Investigaram o avô, o pai. Verificaram se não tinha ligações com países ocidentais. Se não estivera na prisão, se não tinha participado em qualquer conspiração. Foi verificado centenas de vezes antes de lhe oferecerem este emprego. A segunda forma de arranjar um chef é descobri-lo jovem, e um bom exemplo disso é a história do chef de Fidel. Erasmo Hernández era muito fiável porque se juntou à revolução quando tinha 15 ou 16 anos. Era muito próximo de Che Guevara, porque este adorava o entusiasmo do jovem que abandonou a escola para se juntar à revolução. E como Erasmo era muito jovem nessa altura, Che, por pura diversão, nomeou-o seu guarda-costas. Mas este jovem guarda-costas estava sempre com fome. E começou a cozinhar primeiro para o Che, depois para o Fidel, simplesmente porque não queria passar fome. Portanto, sim, para ser chef, é preciso ser testado muitas e muitas vezes. E mesmo que seja de confiança, há um provador de comida. Quando a comida está pronta, mas antes de ser servida ao ditador, é sempre comida por outra pessoa para verificar se é 100% segura.

Pensa escrever sobre os chefs dos presidentes americanos e franceses ou dos reis ingleses?

Falei com uma pessoa que cozinhou para Donald Trump durante o seu primeiro mandato na Casa Branca. E é fascinante. Acho que vou desenvolver este projeto.

“Há continuidade de pensamento nos governantes do Kremlin que remonta a séculos, até a Ivan, o Terrível”

“Brejnev tinha caviar à vontade no Kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-04-11 10:59:40

Últimas notícias, notícias do mundo e notícias do país com as informações mais importantes do dia. Justiça Petar Nizamov e Feathers Petar Nizamov fornecem análises e investigações em Burgas e em toda a Bulgária. Notícias atualizadas sobre política, clima, coronavírus, escândalos, tribunais, procuradorias e autoridades locais estão disponíveis em televisão, plataformas online e redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube. Advogados, juízes e tribunais lidam com casos civis, criminais, administrativos e de direito constitucional, garantindo o processo judicial em Varna, Plovdiv, Sofia e Burgas. Sites e portais de notícias como Novinite, Bivol, Trud, Vesti BG e outros oferecem cobertura completa, atualizada 24 horas, incluindo os acontecimentos mais comentados e exclusivos na Bulgária.

“brejnev tinha caviar à vontade no kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026 brejnev tinha caviar vontade kremlin mas preferia batat 1 no seu na cozinha do kremlin, fala muito de caviar e de vodka na rússia. Combinam bem? Bem, combinam e não... Iustitia. Bg “brejnev tinha caviar à vontade no kremlin, mas preferia batatas assadas como as que a mãe fazia em criança” 2026 2026-04-11 10:59:40 justiça - iustitia. Bg
Previous Post

Julia Leferman: “A cerveja é mais do que uma bebida, é um motor económico da Europa” 2026

Next Post

Zero quer menos veículos a circular nas zonas urbanas com ar mais poluído 2026

Next Post
Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

Zero quer menos veículos a circular nas zonas urbanas com ar mais poluído 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Rating

Search / Търси в сайта

No Result
View All Result
гугъл новини, гоогле новини, гугъл нюз, гъгъл нюз, google news, news google, google.bg, news.google.bg, Юстиция, новини, последното, най-важното, видео, телевизия, радио, Новини, петър низамов

Artigos recentes

  • Klarna: Clareza nas finanças pessoais traz mais bem-estar do que o nível de rendimento 2026
  • Galp caiu mais de 10% e arrastou PSI para terreno negativo em contraciclo com Europa 2026
  • “Havia o receio de poder escapar ao controle nacional a única refinaria que temos”, diz Governo 2026
  • Wall Street abre no verde em semana de decisões na Fed 2026
  • AEP leva à Alemanha 15 empresas ligadas à indústria automóvel 2026
  • Milhares de pessoas recebem a caravana de Maria Corina Machado no seu regresso à Venezuela 2026
  • António José Seguro felicita Lula da Silva pela reeleição como Presidente do Brasil 2026
  • Timor-Leste procura reforçar benefícios económicos da ASEAN e prepara presidência de 2029 2026
  • Lula da Silva reeleito presidente do Brasil 2026
  • O país cresce. Mas vivemos melhor? 2026
  • Poupar é ganhar independência. Talvez seja o investimento mais importante 2026
  • O Brasil votou, mas a divisão não cabe na urna 2026
  • Brasil/Eleições: Supremo prorroga votação por mais duas horas 2026
  • Sérvia: Aleksandar Vucic admite derrota nas eleições antecipadas 2026
  • Israel continua com operação militar na Cisjordânia em época de eleições 2026
  • Trump apoia-se na economia para tentar reverter sondagens desfavoráveis 2026
  • Netanyahu pode estar a caminho de uma derrota histórica 2026
  • Mais de um milhão de antiguidades já regressaram ao país de origem. Portugal devolveu ao México 2026
  • Abertas as mesas de voto para segunda volta entre Lula e Bolsonaro 2026
  • Violência “desproporcional”, denuncia Acampada de Lisboa. Veja imagens dos confrontos 2026
  • Lula vence em Lisboa e Porto. Flávio Bolsonaro ganha em Faro. Apuração é retomada 2026
  • Lula discursa e agradece aos jovens pela vitória 2026
  • Brasileiros escolhem próximo presidente. Em Portugal, eleitores chegaram cedo para votar 2026
  • Lula vence em Portugal, indica resultado parcial 2026
  • Portuguesa vai presidir a sociedade científica da educação em engenharia e tecnologia 2026
  • Três professores da Católica Lisbon SBE no grupo de 1% com mais impacto científico 2026
  • Quatro investigadores da UMinho distinguidos pela Fundação “la Caixa” 2026
  • Governo cria Grupo de Trabalho para preparar criação dos Centros Clínicos Universitários 2026
  • “Um trabalho e casa para viver”. Milhares voltaram às ruas de Lisboa (veja as fotos) 2026
  • Corrida ao Programa M50 da Universidade de Lisboa 2026
  • Sindicatos saúdam atribuição de licenças à Menzies e focam-se na revisão do Acordo de Empresa 2026
  • Cientistas descobrem variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro e o envelhecimento 2026
  • Dezenas de milhares reunidos no centro de Telavive para exigir mudança 2026
  • Gente de todas as idades ocupa Avenida da Liberdade, em Lisboa e pede greve geral 2026
  • Regime de Aleksandar Vucic arrisca chegar ao fim 14 anos depois 2026
  • Manifestação pela habitação chega ao Rossio. Milhares na Praça D. João I, no Porto 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e 400 detidos ou retidos em Itália 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e “número vai aumentar” 2026
  • Polícia avança na Praça da Figueira. Pedras e vidros arremessados 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Em França já foram detidas 135 pessoas 2026
  • Operação coordenada em Lisboa e Porto acabou com manifs em 10 minutos 2026
  • Polícia tenta manter linha de diálogo. Fabian Figueiredo aparece no Rossio e culpa Governo 2026
  • Desviar os olhos do mundo não é uma opção 2026
  • André Ventura manifesta disponibilidade para ser ouvido na comissão de inquérito à PJ 2026
  • “Europa está a arder” contra elite que governa, diz Roger Waters que atua no festival Escritaria 2026
  • Veja como vai ficar a nova Gare do Oriente 2026
  • 1965. Uma página de ouro na rica história do Vitória de Setúbal 2026
  • Nova consultora entra no mercado para apoiar empresas na adoção de Inteligência Artificial 2026
  • Rina nomeia Paolo Moretti CEO para liderar nova fase de crescimento do grupo 2026
  • Secretária de Estado da Habitação abre VII Congresso da APEGAC em novembro 2026
  • IFRRU 2030 e fundo búlgaro assinam protocolo de colaboração na reabilitação urbana 2026
  • Governador do Banco de Portugal defende novo impulso ao Mercado Único Europeu 2026
  • Ambiente abre consulta pública para primeira metodologia de carbono azul dedicada a pradarias marinhas 2026
  • Habitação: Acampada do Porto nega contactos com Pedro Duarte além do convite inicial 2026
  • Fernando Pimenta conquista bronze e Portugal soma mais quatro medalhas no Mundial de maratona 2026
  • Fundação Francisco Manuel dos Santos desmonta 13 mitos do mercado imobiliário português 2026
  • Bolt diz estar disponível para discutir com a autarquia modelo para manter as trotinetes em Lisboa 2026
  • Empresas brasileiras buscam expander franquias em Portugal 2026
  • “Estamos perante uma situação de emergência”, diz Carlos Guimarães Pinto 2026
  • Quadro de Monet vendido em leilão por 50 milhões de euros 2026
  • IUC muda em 2027: saiba quando vai pagar o imposto do seu carro 2026
  • Estudantes bloqueiam escolas em Lisboa: “Ocupamos as ruas para exigir habitação, ocuparemos as escolas para exigir educação” 2026
  • Netflix: receitas sobem mas não convencem investidores 2026
  • MAC/CCB celebra 3 anos com 3 dias de festa 2026
  • Arthur Harari, um cineasta entre tradição e modernidade 2026
  • Gabriel Fernandes conquista ouro e Maria Sousa bronze no arranque dos Mundiais de maratona em canoagem 2026
  • Washington avança para restringir investimentos em alta tecnologia em países rivais 2026
  • Paris, meu amor 2026
  • A inteligência artificial ao serviço da produtividade 2026
  • A Figura do Dia. “Memórias do Cárcere” 2026
  • Médio Oriente: Irão reivindica 7 navios-tanque danificados no estreito de Ormuz 2026
  • Tentativa e erro 2026
  • Xpeng integra Google Play nos cockpits inteligentes em parceria alargada com a Google 2026
  • PSD anuncia morte de antigo deputado Jorge Neto aos 69 anos 2026
  • Habitação: PS diz que a sua legislação foi “altamente enviesada” pelo atual Governo 2026
  • Habitação: Leitão Amaro diz que “há relação” com imigração mas “culpa não foi dos imigrantes” 2026
  • IAPMEI vai acelerar transformação digital de 600 empresas com programa PME Digital+ 2026
  • De acampada a “aconchada”: manifestantes dormem ao relento no Rossio. Veja as imagens 2026
  • Governo admite discutir descida do IVA da restauração e aponta IRC de 17% em 2029 2026
  • Fusões e aquisições caem 37% em Portugal no primeiro semestre 2026
  • PSP ordena desmontagem das tendas instaladas às 7h00 no Rossio 2026
  • Lula aposta em ‘influencer’ das periferias para mobilizar jovens e diminuir abstenção 2026
  • Fragata ‘Trishul’ esteve em Lisboa para mostrar face mais moderna da Marinha Indiana 2026
  • Resultados empresariais, petróleo e geopolítica marcam mercados na quinta-feira 2026
  • A Figura do Dia. Alhos e Bugalho 2026
  • Habitação e contestação: a juventude contra o espírito do tempo 2026
  • “A Hungria gosta de fazer parte da família da UE. É como uma carruagem que descarrilou e agora voltou aos carris” 2026
  • Património cultural enquanto ativo do presente para territórios com futuro 2026
  • Restaurar a natureza requer mais investimento do Estado português 2026
  • Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025 2026
  • Habitação: Carneiro desafia Montenegro a pôr lei das rendas na gaveta 2026
  • Polícia interveio após confrontos com homem com bandeira de Israel. Manif passou de acampada a “aconchada” 2026
  • Polícia obrigada a intervir após confrontos com homem que invadiu manifestação com bandeira de Israel 2026
  • Geração Depositrão mobiliza mais de 345 mil alunos e recolhe 470 toneladas de resíduos elétricos 2026
  • Os desafios e o futuro do transporte expresso 2026
  • O ‘Brasil’ em alto-mar. Veja como é por dentro o Navio-Escola que forma os novos oficiais da Marinha 2026
  • TD Synnex anuncia aquisição da BlueStar para reforçar oferta em tecnologias especializadas 2026
  • Papa Leão XIV regressa ao papamóvel oito dias após cirurgia ao cancro do pulmão. Veja as imagens 2026
  • Trabalhadores do Banco de Fomento e da SGM abrangidos pelo primeiro acordo coletivo 2026
  • PCP propõe fim total de propinas e taxas no Ensino Superior Público 2026

    CONTACTE-NOS

    O que lhe interessa?





    • За Нас – агенция за разследваща журналистика ЮСТИЦИЯ – Бургас, България
    • Рекламирайте с ЮСТИЦИЯ
    • Прозрачно управление
    • Докладване на проблем
    • Условия за ползване
    • Защита на данните
    • Правила на форума
    • Политика за бисквитките
    • Екип
    • Помощ
    • Карта на сайта
    • Статистика
    • Реклама
    • Контакти
    • Етичен кодекс на българските медии
    • RSS емисия
    • Често задавани въпроси (FAQ)
    • Задайте въпрос във форума
    • Вестник “ЮСТИЦИЯ”
    • العربية
    • Dansk
    • Deutsch
    • Ελληνικά
    • English
    • български
    • Čeština
    • Español
    • Français
    • עברית
    • Hrvatski
    • Magyar
    • Italiano
    • Lietuviškai
    • Latviešu valoda
    • македонски јазик
    • Norsk Bokmål
    • Nederlands
    • Polski
    • Português
    • Română
    • Русский
    • Slovenčina
    • Slovenščina
    • Српски језик
    • Svenska
    • Türkçe
    • Українська
    • 日本語
    • ไทย
    • فارسی
    • 中文 (中国)
    • Беларуская мова
    • Deutsch Austria
    • Deutsch Switzerland
    • shqiperia
    • English USA
    • Bosanski

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    No Result
    View All Result
    • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar o seu consentimento para a utilização de cookies. Consulte a nossa Política de Privacidade e de Cookies.