
O Jornal Económico (JE) sabe que a expectativa dos patrões é que a reunião da comissão permanente da concertação social desta quinta-feira seja a última.
De acordo com fontes ouvidas pelo JE, os patrões acreditam que o acordo vai depender muito da força de Mário Mourão junto dos sindicatos da central. Os patrões consideram que o secretário-geral terá que articular vontades de diferentes sindicatos diferentes, contudo recordam que também nas confederações empresariais as associações e empresas ”não são todas iguais”.
Na segunda-feira a UGT acrescentou dois novos pontos à mesa de discussão com mudanças na jornada contínua e no banco de horas por acordo. Os patrões têm que estes novos pontos “sejam o fundamental” para chegar a acordo, temendo que sejam “truques” para justificar um possível não entendimento. As fontes ouvidas pelo JE receam que depois de apresentados estes “surjam mais”.
Até à hora da publicação desta notícia, não foi possível ter comentários da UGT.
O JE sabe que a reunião com todos os parceiros sociais com o Presidente da República, António José Seguro, poderá acontecer a partir de sexta-feira, 17, mas ainda sem data concreta.
A ronda de conversações para alteração da lei laboral já dura há nove meses e a reunião desta quinta-feira poderá ser a derradeira antes da discussão no Parlamento. Esta quarta-feira, no debate no Parlamento desta quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou importante um acordo entre parceiros sociais sobre a revisão das leis laborais antes de um diploma chegar ao parlamento, mas frisou que o Governo apresentará em qualquer cenário uma proposta de lei..
Por sua vez, a CGTP, que agendou para esta sexta-feira uma manifestação nacional, às 14h30 em Lisboa, acusou o Governo de a estar a afastar “de forma sistemática” das negociações sobre as alterações à lei laboral, dizendo que não recebeu a proposta mais recente do executivo.
“Tendo a senhora ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social referido publicamente que já enviou a última versão da sua proposta de alteração à legislação laboral a todas as organizações com assento na CPCS [Comissão Permanente de Concertação Social], a verdade é que, mais uma vez, à CGTP-IN não chegou qualquer documento”, refere a confederação sindical em comunicado.
A CGTP acusou o Governo de violar “o direito constitucional de participação” das organizações representativas dos trabalhadores na elaboração da legislação do trabalho.
Nesse sentido, referiu que esta é uma prática que tem sido “usada de forma sistemática pelo Governo” para a afastar do processo.
Patrões duvidam da força da direção da UGT para se chegar a acordo na lei laboral 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-04-16 06:15:54
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