A guerra no Médio Oriente vai travar o crescimento da economia portuguesa e agravar bastante o poder de compra dos consumidores, indica o Fundo Monetário Internacional (FMI), no novo estudo Perspetivas Económicas Mundiais (World Economic Outlook), divulgado esta terça-feira, em Washington, EUA.
O crescimento previsto para Portugal em 2026 foi cortado em duas décimas de pontos percentuais (p.p.), para 1,9%. A previsão do FMI há seis meses dizia 2,1%. É o primeiro embate do choque petrolífero e da guerra no Médio Oriente, ainda sem fim à vista, e de toda a incerteza que a rodeia.
Em todo o caso, a nova previsão é ligeiramente superior à do Banco de Portugal que, em dezembro, apontou para 1,8%.
Estes valores do FMI também mostram que o pressuposto de crescimento económico em que assenta o Orçamento do Estado deste ano (OE 2026), de 2,3%, está totalmente desatualizado.
Na inflação, na subida dos preços em Portugal, a situação é mais grave. Há seis meses o FMI previa uma inflação normalizada em linha com as metas do Banco Central Europeu (BCE) para a Zona Euro: dizia que o ritmo dos preços do consumidor seria de 2,1%, mas agora, no novo outlook, a inflação dispara para 3,1% em 2026, ficando assim bem acima da prevista para a área do euro (2,6%), também ela fora dos limites do BCE e, portanto, sinalizando que terá de haver subidas de taxas de juro.
O FMI conta com vários agravamento das taxas de juro, definidas em Frankfurt, até ao final deste ano, pelo menos, mostra o WEO.
Ainda no caso de Portugal, a taxa de desemprego é a única variável que parece melhorar. Em outubro, o Fundo via um peso da população desempregada no total da população ativa na ordem dos 6,3% este ano. Agora prevê ainda menos, cerca de 5,9%.
FMI corta crescimento de Portugal para 1,9% e vê inflação galgar para mais de 3% este ano 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-04-14 14:04:11
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