
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, acusou, esta sexta-feira, nas celebrações do 1º de maio, o Governo de “fugir” ao diálogo social durante nove meses para impor um pacote laboral que beneficia os patrões e agrava a precariedade. Na mesma ociasião, Tiago Oliveira anunciou a greve de dia 3 de junho.
O secretário geral da CGTP, afirmou que “são nove meses que o Governo se recusou e fugiu à discussão com a CGTP, exatamente porque nós denunciamos logo desde o primeiro momento o conteúdo deste pacote laboral e o que significa para a vida de quem trabalha, porque a CGTP apresentou as propostas sobre legislação laboral que os trabalhadores precisam e o Governo fugiu à sua discussão”.
Segundo o dirigente da central sindical o Governo queria “impor as propostas do patrões”. “A isso nós dizemos não. Estão muito enganados, nós queremos é discutir as propostas ao serviço de quem trabalha e do desenvolvimento do país”, frisou.
“Nós queremos avanços, progressos, nós queremos uma vida melhor, nós somos trabalhadores, somos a parte fundamental do nosso país”, afirmou Tiago Oliveira.
Para a CGTP “passados nove meses o Governo procura mistificar, mas continua a insistir com tudo o que de mais grave tem este pacote laboral”
“Está lá no pacote laboral a precariedade. Dizem-se preocupados com a juventude, mas está lá: permitir às empresas contratar a prazo os jovens à procura do primeiro emprego. Está lá o outsoursing que mais não é do que permitir às empresas que depois de efetuarem o despedimento coletivo poderem externalizar o mesmo serviço a outras empresas”, sublinhou.
“À custa de que? À custa de salários mais baixos, maior precariedade, mas dizem eles que estão preocupados com os trabalhadores”, disse.
1º de maio: CGTP acusa Governo de “fugir” ao diálogo e convoca greve para 3 de junho 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-05-01 16:21:51
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