• News
  • Investigations
  • Online Store IUSTITIA
  • Real Estate agency
  • Petar Nizamov
  • Fitness & Wellness coach
  • Food Delivery
  • Charcoal retail
  • Firewood Wholesale
  • Charcoal Wholesale
  • Web Development agency
alarbyh العربية dk Dansk de Deutsch gr Ελληνικά en English bg български czech Čeština es Español fr Français il עברית hr Hrvatski hu Magyar it Italiano lt Lietuviškai lv Latviešu valoda mk македонски јазик no Norsk Bokmål nl Nederlands pl Polski pt Português ro Română ru Русский sk Slovenčina si Slovenščina sr Српски језик se Svenska tr Türkçe ua Українська japan 日本語 thai ไทย iran فارسی china 中文 (中国) belarus Беларуская мова osterreich Deutsch Austria schweiz Deutsch Switzerland shqiperia shqiperia usa English USA bih Bosanski
Terça-feira, Novembro 3, 2026
Logótipo de um site dedicado ao jornalismo de investigação e a artigos aprofundados sobre temas de interesse público
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
Logótipo de um órgão de comunicação social dedicado ao jornalismo de investigação, com publicações, análises e materiais documentados de interesse público
No Result
View All Result

Habitação acessível: quem ficará com a dívida 2026

Юстиция Иванова by Юстиция Иванова
Agosto 30, 2026
in Без категория
0
Habitação acessível: quem ficará com a dívida 2026

Habitação acessível: quem ficará com a dívida

Habitação acessível: quem ficará com a dívida 2026 habita acess vel quem ficar com vida 2026 já se demonstrou, contrato a contrato, que a lei portuguesa da contratação pública torna estruturalmente fácil um... Iustitia. Bg habitação acessível: quem ficará com a dívida 2026 2026-08-30 23:42:59 justiça - iustitia. Bg

Já se demonstrou, contrato a contrato, que a Lei portuguesa da contratação pública torna estruturalmente fácil um empreiteiro acrescentar custos a um contrato depois de assinado.

Considere-se um primeiro exemplo teórico, sem qualquer correspondência com um caso real: Um município assina um contrato de requalificação urbana ou de construção de habitação no valor de cinco milhões de euros. Durante a execução, o empreiteiro identifica uma incompatibilidade entre o projeto de execução e as condições reais do subsolo — uma rede de águas mais antiga do que o previsto, um tipo de solo que exige fundações diferentes.

Nos termos do artigo 370.º do Código dos Contratos Públicos, isto enquadra-se na figura dos trabalhos complementares, que engloba tanto os trabalhos a mais como os trabalhos de suprimento de erros e omissões; e é o artigo 376.º que regula a correspondente modificação do plano de trabalhos, com o artigo 378.º, n.º 3, a fixar o prazo de sessenta dias, contado da consignação, para o empreiteiro reclamar erros ou omissões não detetáveis antes da execução.

O município tem de decidir, em prazo apertado, se aceita a fundamentação técnica apresentada, se a contesta com um parecer próprio, ou se aciona mecanismos de arbitragem — todos eles com custos, prazos e riscos de litígio. Em qualquer um dos três caminhos, o tempo perdido tem custo, e o contrato tende a ficar mais caro do que o inicialmente orçamentado.

Tome-se um segundo exemplo, ainda mais trivial, e por isso mais revelador: Suponha-se que, numa determinada semana do calendário de obra, chove de forma contínua e acima do número de dias improdutivos por precipitação que o caderno de encargos previu como média expectável para aquela época do ano.

A Lei protege o empreiteiro desta circunstância através do regime geral da modificação objetiva do contrato: a alínea b) do artigo 312.º do CCP admite a modificação sempre que ocorra uma alteração anormal e imprevisível das circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar, e o artigo 314.º confere, nesses casos, direito à modificação do contrato ou a uma compensação financeira segundo critérios de equidade — o que, na prática, tanto pode significar uma prorrogação do prazo de execução sem penalização contratual, como o direito a ser ressarcido pelos custos de manter o estaleiro montado, o pessoal disponibilizado e o equipamento alugado, tudo parado, enquanto chove.

Não é preciso um erro de projeto. Não é preciso um imprevisto geológico. Basta que chova mais do que a média histórica prevê — um facto que nenhuma das partes controla, mas que apenas uma delas tem o direito automático de faturar.

Já se demonstrou, também, que o valor com que qualquer projeto público arranca nasce, por desenho legal, desatualizado.

O preço base fixado nos termos do artigo 47.º do CCP é definido num momento anterior à decisão de contratar do artigo 36.º, que por sua vez antecede um procedimento sujeito a possível contencioso pré-contratual com efeito suspensivo automático — artigo 103.º-A do Código de Processo nos Tribunais Administrativos — e à fiscalização prévia do Tribunal de Contas, com um prazo de visto tácito de até trinta dias, nos termos dos artigos 44.º a 48.º e 85.º da Lei de Organização e Processo do Tribunal de Contas. Entre a fixação do preço e o início da obra, o calendário legal, por si só, já corroeu o valor anunciado.

Nada disto é exclusivo da habitação. É exatamente o mesmo mecanismo que gera, no conjunto das obras públicas da Área Metropolitana de Lisboa, um desvio financeiro agregado de 6,44% entre o valor contratado e o valor final executado — a única taxa que temos, verificada com dados reais do Portal BASE e do IMPIC, para todo um universo de milhares de contratos ao longo de seis anos.

Não há razão estrutural para que a construção de habitação pública escape a esta mesma arquitetura legal.

Se se aplicar essa taxa, a título meramente ilustrativo — não como previsão, mas como ordem de grandeza baseada no único dado real que temos —, ao valor total do programa de habitação acessível anunciado pelo Governo, o resultado é este: 1.851.636.907 euros a 6,44% correspondem a aproximadamente 119,2 milhões de euros de custo adicional potencial, para lá do valor anunciado.

Este número, por si só, já seria motivo de reflexão.

Mas há um segundo cálculo, mais incómodo, que decorre da estrutura de financiamento do programa. Nem todo o investimento é orçamento corrente. Uma parte substancial — 1,34 mil milhões de euros — é financiada através de uma linha de crédito do Banco Europeu de Investimento. Não é uma dotação. É dívida, com um calendário de reembolso que atravessa décadas.

Aplicando a mesma taxa de 6,44% apenas a essa componente de dívida, o resultado são cerca de 86,3 milhões de euros de endividamento adicional potencial — dinheiro que não sai do orçamento deste ano, nem do próximo, mas de orçamentos futuros, pagos por quem ainda não teve qualquer palavra a dizer sobre a decisão de o contrair.

O problema não é o que o Governo prometeu investir na habitação.

É o que a Lei já garante, silenciosamente: que se vai gastar a mais. E para quem, silenciosamente, vai ficar a dívida.

Não é um erro de planeamento que se possa corrigir com melhores técnicos, nem uma falta de vontade política que se resolva com mais anúncios. É a mesma arquitetura legal dos contratos de obras públicas da Área Metropolitana de Lisboa, agora aplicada a um programa de habitação que promete resolver, para as gerações de hoje, um problema cujo custo real só as gerações de amanhã conhecerão por inteiro.

Considero que este é o verdadeiro debate que falta fazer sobre o financiamento da habitação pública em Portugal: não quantas casas o anúncio promete, mas sim que parte da fatura final, aquando do anúncio, já sabe de antemão que não se conseguirá cumprir.

Isto para além, é claro, de quem vai ser chamado a pagar essa diferença, quando já ninguém se lembrar do Conselho de Ministros que aprovou o número original.

Habitação acessível: quem ficará com a dívida 2026

IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2026 2026-08-30 23:42:59

Últimas notícias, notícias do mundo e notícias do país com as informações mais importantes do dia. Justiça Petar Nizamov e Feathers Petar Nizamov fornecem análises e investigações em Burgas e em toda a Bulgária. Notícias atualizadas sobre política, clima, coronavírus, escândalos, tribunais, procuradorias e autoridades locais estão disponíveis em televisão, plataformas online e redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube. Advogados, juízes e tribunais lidam com casos civis, criminais, administrativos e de direito constitucional, garantindo o processo judicial em Varna, Plovdiv, Sofia e Burgas. Sites e portais de notícias como Novinite, Bivol, Trud, Vesti BG e outros oferecem cobertura completa, atualizada 24 horas, incluindo os acontecimentos mais comentados e exclusivos na Bulgária.

IUSTITIA

Previous Post

A palavra de prata e o silêncio de ouro 2026

Next Post

A força das regras contra a regra da força 2026

Next Post
Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

A força das regras contra a regra da força 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Rating

Search / Търси в сайта

No Result
View All Result
гугъл новини, гоогле новини, гугъл нюз, гъгъл нюз, google news, news google, google.bg, news.google.bg, Юстиция, новини, последното, най-важното, видео, телевизия, радио, Новини, петър низамов

Artigos recentes

  • Klarna: Clareza nas finanças pessoais traz mais bem-estar do que o nível de rendimento 2026
  • Galp caiu mais de 10% e arrastou PSI para terreno negativo em contraciclo com Europa 2026
  • “Havia o receio de poder escapar ao controle nacional a única refinaria que temos”, diz Governo 2026
  • Wall Street abre no verde em semana de decisões na Fed 2026
  • AEP leva à Alemanha 15 empresas ligadas à indústria automóvel 2026
  • Milhares de pessoas recebem a caravana de Maria Corina Machado no seu regresso à Venezuela 2026
  • António José Seguro felicita Lula da Silva pela reeleição como Presidente do Brasil 2026
  • Timor-Leste procura reforçar benefícios económicos da ASEAN e prepara presidência de 2029 2026
  • Lula da Silva reeleito presidente do Brasil 2026
  • O país cresce. Mas vivemos melhor? 2026
  • Poupar é ganhar independência. Talvez seja o investimento mais importante 2026
  • O Brasil votou, mas a divisão não cabe na urna 2026
  • Brasil/Eleições: Supremo prorroga votação por mais duas horas 2026
  • Sérvia: Aleksandar Vucic admite derrota nas eleições antecipadas 2026
  • Israel continua com operação militar na Cisjordânia em época de eleições 2026
  • Trump apoia-se na economia para tentar reverter sondagens desfavoráveis 2026
  • Netanyahu pode estar a caminho de uma derrota histórica 2026
  • Mais de um milhão de antiguidades já regressaram ao país de origem. Portugal devolveu ao México 2026
  • Abertas as mesas de voto para segunda volta entre Lula e Bolsonaro 2026
  • Violência “desproporcional”, denuncia Acampada de Lisboa. Veja imagens dos confrontos 2026
  • Lula vence em Lisboa e Porto. Flávio Bolsonaro ganha em Faro. Apuração é retomada 2026
  • Lula discursa e agradece aos jovens pela vitória 2026
  • Brasileiros escolhem próximo presidente. Em Portugal, eleitores chegaram cedo para votar 2026
  • Lula vence em Portugal, indica resultado parcial 2026
  • Portuguesa vai presidir a sociedade científica da educação em engenharia e tecnologia 2026
  • Três professores da Católica Lisbon SBE no grupo de 1% com mais impacto científico 2026
  • Quatro investigadores da UMinho distinguidos pela Fundação “la Caixa” 2026
  • Governo cria Grupo de Trabalho para preparar criação dos Centros Clínicos Universitários 2026
  • “Um trabalho e casa para viver”. Milhares voltaram às ruas de Lisboa (veja as fotos) 2026
  • Corrida ao Programa M50 da Universidade de Lisboa 2026
  • Sindicatos saúdam atribuição de licenças à Menzies e focam-se na revisão do Acordo de Empresa 2026
  • Cientistas descobrem variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro e o envelhecimento 2026
  • Dezenas de milhares reunidos no centro de Telavive para exigir mudança 2026
  • Gente de todas as idades ocupa Avenida da Liberdade, em Lisboa e pede greve geral 2026
  • Regime de Aleksandar Vucic arrisca chegar ao fim 14 anos depois 2026
  • Manifestação pela habitação chega ao Rossio. Milhares na Praça D. João I, no Porto 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e 400 detidos ou retidos em Itália 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e “número vai aumentar” 2026
  • Polícia avança na Praça da Figueira. Pedras e vidros arremessados 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Em França já foram detidas 135 pessoas 2026
  • Operação coordenada em Lisboa e Porto acabou com manifs em 10 minutos 2026
  • Polícia tenta manter linha de diálogo. Fabian Figueiredo aparece no Rossio e culpa Governo 2026
  • Desviar os olhos do mundo não é uma opção 2026
  • André Ventura manifesta disponibilidade para ser ouvido na comissão de inquérito à PJ 2026
  • “Europa está a arder” contra elite que governa, diz Roger Waters que atua no festival Escritaria 2026
  • Veja como vai ficar a nova Gare do Oriente 2026
  • 1965. Uma página de ouro na rica história do Vitória de Setúbal 2026
  • Nova consultora entra no mercado para apoiar empresas na adoção de Inteligência Artificial 2026
  • Rina nomeia Paolo Moretti CEO para liderar nova fase de crescimento do grupo 2026
  • Secretária de Estado da Habitação abre VII Congresso da APEGAC em novembro 2026
  • IFRRU 2030 e fundo búlgaro assinam protocolo de colaboração na reabilitação urbana 2026
  • Governador do Banco de Portugal defende novo impulso ao Mercado Único Europeu 2026
  • Ambiente abre consulta pública para primeira metodologia de carbono azul dedicada a pradarias marinhas 2026
  • Habitação: Acampada do Porto nega contactos com Pedro Duarte além do convite inicial 2026
  • Fernando Pimenta conquista bronze e Portugal soma mais quatro medalhas no Mundial de maratona 2026
  • Fundação Francisco Manuel dos Santos desmonta 13 mitos do mercado imobiliário português 2026
  • Bolt diz estar disponível para discutir com a autarquia modelo para manter as trotinetes em Lisboa 2026
  • Empresas brasileiras buscam expander franquias em Portugal 2026
  • “Estamos perante uma situação de emergência”, diz Carlos Guimarães Pinto 2026
  • Quadro de Monet vendido em leilão por 50 milhões de euros 2026
  • IUC muda em 2027: saiba quando vai pagar o imposto do seu carro 2026
  • Estudantes bloqueiam escolas em Lisboa: “Ocupamos as ruas para exigir habitação, ocuparemos as escolas para exigir educação” 2026
  • Netflix: receitas sobem mas não convencem investidores 2026
  • MAC/CCB celebra 3 anos com 3 dias de festa 2026
  • Arthur Harari, um cineasta entre tradição e modernidade 2026
  • Gabriel Fernandes conquista ouro e Maria Sousa bronze no arranque dos Mundiais de maratona em canoagem 2026
  • Washington avança para restringir investimentos em alta tecnologia em países rivais 2026
  • Paris, meu amor 2026
  • A inteligência artificial ao serviço da produtividade 2026
  • A Figura do Dia. “Memórias do Cárcere” 2026
  • Médio Oriente: Irão reivindica 7 navios-tanque danificados no estreito de Ormuz 2026
  • Tentativa e erro 2026
  • Xpeng integra Google Play nos cockpits inteligentes em parceria alargada com a Google 2026
  • PSD anuncia morte de antigo deputado Jorge Neto aos 69 anos 2026
  • Habitação: PS diz que a sua legislação foi “altamente enviesada” pelo atual Governo 2026
  • Habitação: Leitão Amaro diz que “há relação” com imigração mas “culpa não foi dos imigrantes” 2026
  • IAPMEI vai acelerar transformação digital de 600 empresas com programa PME Digital+ 2026
  • De acampada a “aconchada”: manifestantes dormem ao relento no Rossio. Veja as imagens 2026
  • Governo admite discutir descida do IVA da restauração e aponta IRC de 17% em 2029 2026
  • Fusões e aquisições caem 37% em Portugal no primeiro semestre 2026
  • PSP ordena desmontagem das tendas instaladas às 7h00 no Rossio 2026
  • Lula aposta em ‘influencer’ das periferias para mobilizar jovens e diminuir abstenção 2026
  • Fragata ‘Trishul’ esteve em Lisboa para mostrar face mais moderna da Marinha Indiana 2026
  • Resultados empresariais, petróleo e geopolítica marcam mercados na quinta-feira 2026
  • A Figura do Dia. Alhos e Bugalho 2026
  • Habitação e contestação: a juventude contra o espírito do tempo 2026
  • “A Hungria gosta de fazer parte da família da UE. É como uma carruagem que descarrilou e agora voltou aos carris” 2026
  • Património cultural enquanto ativo do presente para territórios com futuro 2026
  • Restaurar a natureza requer mais investimento do Estado português 2026
  • Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025 2026
  • Habitação: Carneiro desafia Montenegro a pôr lei das rendas na gaveta 2026
  • Polícia interveio após confrontos com homem com bandeira de Israel. Manif passou de acampada a “aconchada” 2026
  • Polícia obrigada a intervir após confrontos com homem que invadiu manifestação com bandeira de Israel 2026
  • Geração Depositrão mobiliza mais de 345 mil alunos e recolhe 470 toneladas de resíduos elétricos 2026
  • Os desafios e o futuro do transporte expresso 2026
  • O ‘Brasil’ em alto-mar. Veja como é por dentro o Navio-Escola que forma os novos oficiais da Marinha 2026
  • TD Synnex anuncia aquisição da BlueStar para reforçar oferta em tecnologias especializadas 2026
  • Papa Leão XIV regressa ao papamóvel oito dias após cirurgia ao cancro do pulmão. Veja as imagens 2026
  • Trabalhadores do Banco de Fomento e da SGM abrangidos pelo primeiro acordo coletivo 2026
  • PCP propõe fim total de propinas e taxas no Ensino Superior Público 2026

    {СВЪРЖЕТЕ СЕ С НАС}

    {От какво се интересувате?}





    • За Нас – агенция за разследваща журналистика ЮСТИЦИЯ – Бургас, България
    • Рекламирайте с ЮСТИЦИЯ
    • Прозрачно управление
    • Докладване на проблем
    • Условия за ползване
    • Защита на данните
    • Правила на форума
    • Политика за бисквитките
    • Екип
    • Помощ
    • Карта на сайта
    • Статистика
    • Реклама
    • Контакти
    • Етичен кодекс на българските медии
    • RSS емисия
    • Често задавани въпроси (FAQ)
    • Задайте въпрос във форума
    • Вестник “ЮСТИЦИЯ”
    • العربية
    • Dansk
    • Deutsch
    • Ελληνικά
    • English
    • български
    • Čeština
    • Español
    • Français
    • עברית
    • Hrvatski
    • Magyar
    • Italiano
    • Lietuviškai
    • Latviešu valoda
    • македонски јазик
    • Norsk Bokmål
    • Nederlands
    • Polski
    • Português
    • Română
    • Русский
    • Slovenčina
    • Slovenščina
    • Српски језик
    • Svenska
    • Türkçe
    • Українська
    • 日本語
    • ไทย
    • فارسی
    • 中文 (中国)
    • Беларуская мова
    • Deutsch Austria
    • Deutsch Switzerland
    • shqiperia
    • English USA
    • Bosanski

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    No Result
    View All Result
    • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar o seu consentimento para a utilização de cookies. Consulte a nossa Política de Privacidade e de Cookies.