António Guterres condena ataque a capacetes azuis
António Guterres condenou a morte de um capacete azul francês e o ferimento de outros três num ataque no sul do Líbano. A informação é do porta-voz Stéphane Dujarric, em declaração à Associated Press.
Esta força foi alvo de disparos de armas ontem, tendo dois dos feridos sofrido ferimentos graves. O presidente francês Emmanuel Macron atribuiu a responsabilidade ao Hezbollah, mas o grupo armado negou qualquer envolvimento.
Soldados israelitas morrem no Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram a morte de dois soldados israelitas nos últimos dias, em conflito no sul do Líbano. Assim, sobe para 15 o número de militares de Israel mortos em território libanês desde o início do conflito.
Navios dão meia volta no Estreito de Ormuz
O Estreito de Ormuz continua encerrado neste domingo. De acordo com dados de rastreamento de navios analisados pela CNN Internacional, dois navios-tanque carregados com gás liquefeito de petróleo (GLP) que saíam do Golfo Pérsico deram meia-volta. Recorda-se que, no sábado, lanchas iranianas dispararam contra uma embarcação.
Irão não vai entregar urânio enriquecido aos EUA, afirma vice-ministro dos Negócios Estrangeiros
“Posso garantir que nenhum material enriquecido será enviado para os Estados Unidos (…) Isso está fora de questão e posso assegurar que, embora estejamos disponíveis para responder a quaisquer preocupações que existam, não vamos aceitar propostas que sejam, à partida, inaceitáveis.” As afirmações são de Saeed Khatibzadeh, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.
Em declarações foram divulgadas pela Associated Press e rebatem as o que Donald Trump disse na passada sexta-feira. O presidente americano destacou que Washington trabalharia com Teerão para recuperar o urânio enriquecido do Irão e levá-lo para os Estados Unidos.
Nesta mesma entrevista à AP, Khatibzadeh acusou os Estados Unidos de manterem exigências que o Irão considera excessivas. “Ainda não estamos em condições de avançar para uma reunião efetiva, porque há questões em que os americanos não abandonaram a sua posição maximalista”, acrescentou.
Economia do Irão “está em frangalhos”
A Reuters divulga este domingo uma reportagem em que ouve pessoas do Irão que temem a piora da economia com a guerra. “A guerra vai acabar, mas é aí que os nossos verdadeiros problemas com o sistema começam. Tenho muito receio de que, se o regime chegar a um acordo com os Estados Unidos, aumente a pressão sobre as pessoas comuns”, disse uma mulher de 37 anos chamada Fariba, que participou nos protestos de janeiro.
Teerão critica UE após advertências de Kaja Kallas sobre estreito de Ormuz
Teerão criticou Bruxelas após declarações da chefe da diplomacia europeia sobre o estreito de Ormuz, numa nova troca de acusações em torno da legalidade internacional e da segurança marítima na passagem estratégica. “Essa ‘lei internacional’?! Aquela que a UE tira da gaveta empoeirada para dar sermões aos outros enquanto, em voz baixa, dá luz verde a uma guerra de agressão dos EUA e de Israel e faz vista grossa às atrocidades contra os iranianos?!”, disse no sábado o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei.
O responsável instou a UE a evitar o que considera serem discursos moralistas: “Poupem-nos aos sermões; o fracasso crónico da Europa em praticar o que prega transformou o seu discurso sobre o ‘direito internacional’ no cúmulo da hipocrisia”, acrescentou.
O porta-voz defendeu ainda a capacidade de Teerão para agir neste importante estreito marítimo, fundamental para o trânsito energético global. Nesta linha, argumentou que “nenhuma norma” do direito internacional proíbe Teerão de “tomar as medidas necessárias para impedir que o estreito de Ormuz seja utilizado para lançar agressões militares contra o Irão”.
Lusa
“Ainda estamos longe de ter concluído o debate”, declarou Ghalibaf
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou no sábado que as negociações de paz entre o Irão e os Estados Unidos avançaram, mas um acordo final “ainda está longe”. “Ainda estamos longe de ter concluído o debate”, declarou Ghalibaf numa entrevista à televisão iraniana.
O presidente do parlamento iraniano participou nas negociações de 11 e 12 de abril, em Islamabade, juntamente com a delegação norte-americana, liderada pelo vice-presidente dos Estados Unidos JD Vance. “Fizemos progressos nas negociações, mas subsistem muitas divergências e alguns pontos fundamentais continuam em aberto”, acrescentou.
Durante o encontro em Islamabade – o de mais alto nível entre os dois países desde a Revolução Iraniana de 1979 – Teerão salientou que “não tem absolutamente nenhuma confiança” nos Estados Unidos, declarou Ghalibaf. “Os Estados Unidos têm de tomar a decisão de conquistar a confiança do povo iraniano”, prosseguiu. E acrescentou: “devem renunciar ao unilateralismo e ao espírito de imposição na sua abordagem ao diálogo”.
De acordo com o responsável, o Irão só aceitou o cessar-fogo de duas semanas, que entrou em vigor a 08 de abril, porque os Estados Unidos pediram que o fizesse. “Estávamos a sair vitoriosos no terreno, o inimigo não tinha alcançado nenhum dos seus (…) objetivos e o Irão também controlava o estreito” de Ormuz, afirmou. “Se aceitámos o cessar-fogo, foi porque eles aceitaram os nossos pedidos”, referiu.
Lusa
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Apesar de avanços, Irão diz que acordo com EUA “ainda está longe”. Estreito de Ormuz continua encerrado 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-04-19 08:31:22
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