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EUA iniciam hoje à bloqueio do estreito de Ormuz. Forças armadas iranianas falam em pirataria 2026

Юстиция Иванова by Юстиция Иванова
Abril 13, 2026
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Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

Uma seleção de artigos investigativos e publicações jornalísticas. A imagem destaca o foco do site no jornalismo investigativo e em temas de interesse público.

Turquia quer Estreito de Ormuz reaberto o mais depressa possível

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Hakan Fidan, reclamou hoje a reabertura do Estreito de Ormuz “o mais depressa possível”, após o fracasso das negociações de domingo entre Irão e Estados Unidos.

Съдържание :

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  • Turquia quer Estreito de Ormuz reaberto o mais depressa possível
  • China pede navegação “sem entraves” face a bloqueio de portos iranianos
  • Turquia crê que EUA e Irão são sinceros sobre manutenção de cessar-fogo
  • Reino Unido rejeita apoiar bloqueio dos EUA no Estreito de Ormuz
  • Forças Armadas iranianas condenam bloqueio americano de Ormuz como pirataria
  • Pelo menos três palestinianos mortos em Gaza após bombardeamento israelita
  • Governo paquistanês garante que entre EUA e Irão continuam “na direção correta”
  • Irão executou 1639 pessoas no ano passado
  • Albanese afirma que EUA não consultaram Austrália sobre bloqueio de Ormuz
  • Acompanhe aqui as incidências do dia sobre a guerra no Médio Oriente

“O que dizemos é que as negociações necessárias com o Irão devem realizar-se, que é preciso dar provas de persuasão e que o estreito deve ser reaberto o mais depressa possível”, insistiu Fidan durante uma entrevista em direto à agência de notícias estatal Anadolu.

A Turquia envolveu-se nas transações com o Egito e o Paquistão antes da realização dos primeiros encontros diretos, no fim de semana, em Islamabad, entre as delegações do Irão e dos Estados Unidos, interrompidos no domingo de manhã.

“Mantivemo-nos em contacto com as partes envolvidas nas negociações ao longo do dia, a fim de considerar o que podemos fazer”, prosseguiu Fidan.

O chefe da diplomacia turca reconheceu o risco de um impasse sobre o programa nuclear do Irão.

“Se a questão nuclear se resumir a uma situação de tudo ou nada, em particular sobre o enriquecimento [de urânio], poderemos estar confrontados com sérios obstáculos”, admitiu.

Lusa

China pede navegação “sem entraves” face a bloqueio de portos iranianos

A China defendeu hoje a necessidade de garantir uma navegação “sem entraves” no Estreito de Ormuz, horas antes do bloqueio anunciado de portos iranianos pelos Estados Unidos, e pediu a Washington e Teerão para manterem o cessar-fogo.

“O Estreito de Ormuz é uma via comercial internacional crucial para bens e energia, e é do interesse comum da comunidade internacional garantir a sua segurança, estabilidade e um tráfego sem entraves”, afirmou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Guo Jiakun, em conferência de imprensa.

O responsável reiterou que a guerra desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel é a “causa principal” da quase paralisação do Estreito de Ormuz.

“A solução passa por um cessar-fogo imediato e pelo fim das hostilidades. Todas as partes devem manter a calma e exercer contenção”, acrescentou.

A diplomacia chinesa tem sido apontada como um dos fatores que contribuíram para o atual cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos, apesar da discrição de Pequim.

A China é um parceiro importante do Irão, que antes da guerra destinava ao país asiático mais de 80% das suas exportações de petróleo, segundo a consultora Kpler.

Mais de metade das importações chinesas de petróleo transportado por via marítima provinha do Médio Oriente e transitava maioritariamente pelo Estreito de Ormuz, segundo a mesma fonte.

“A China está disposta a continuar a desempenhar um papel positivo e construtivo”, afirmou Guo Jiakun.

Pequim apelou a Teerão e Washington para prosseguirem a via diplomática, apesar do fracasso das negociações no Paquistão, considerando que essas conversações “constituem um passo rumo à paz”.

“A China espera que as partes respeitem o acordo temporário de cessar-fogo, continuem a resolver as divergências por meios políticos e diplomáticos, evitem retomar as hostilidades e criem condições para um rápido regresso à paz”, afirmou.

Lusa

Turquia crê que EUA e Irão são sinceros sobre manutenção de cessar-fogo

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou hoje que Estados Unidos da América (EUA) e Irão estão a ser sinceros quanto à manutenção do cessar-fogo, apesar da interrupção das reuniões no domingo.

“Pelo que sei, ambos os lados estão a ser sinceros quanto ao cessar-fogo”, disse à agência de notícias estatal Anadolu, acrescentando ter havido “contacto com as partes envolvidas nas negociações ao longo do dia, a fim de avaliar”.

Segundo Fidan, “se a questão nuclear se tornar uma situação de tudo ou nada, particularmente em relação ao enriquecimento de urânio”, aí, pode haver “sérios obstáculos”.

As conversações de paz fracassaram no fim de semana, algo que levou o presidente norte-americano, Donald Trump, a anunciar um bloqueio de todo o tráfego marítimo de e para os portos iranianos.

As delegações de EUA e República Islâmica iraniana deixaram de Islamabade no domingo, sem chegarem a um acordo, após mais de 20 horas de reuniões, no encontro cara-a-cara de mais alto nível entre os dois países desde a revolução islâmica de 1979.

Trump justificou a decisão sobre atuar no estreito de Ormuz porque, segundo o próprio, Teerão não quer renunciar às suas “ambições nucleares”.

Lusa

Reino Unido rejeita apoiar bloqueio dos EUA no Estreito de Ormuz

O Reino Unido “não apoia o bloqueio” do Estreito de Ormuz que o Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor a partir de hoje, afirmou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

“Não apoiamos o bloqueio”, afirmou em declarações hoje à BBC, acrescentando que “toda a mobilização diplomática, política (…) tem-se concentrado no objetivo de reabrir totalmente o Estreito”.

Starmer admitiu estar “muito preocupado com o impacto que esta guerra está a ter nas pessoas no Reino Unido, que obviamente não tiveram qualquer papel na guerra” e disse que a melhor forma de evitar o aumento dos preços de energia é retomar a navegação no Estreito de Ormuz.

Questionado sobre se o Reino Unido iria ajudar nas operações de desminagem das águas, como Trump sugeriu, Starmer afirmou que o país tem “capacidade” mas evitou discutir o que chamou “questões operacionais”.

“Fomos muito claros ao afirmar que não iríamos ser arrastados para esta guerra, e não estamos a fazer. Mas, ao mesmo tempo, temos estado envolvidos em ações defensivas, protegendo vidas britânicas e os interesses britânicos”, disse.

Lusa

Forças Armadas iranianas condenam bloqueio americano de Ormuz como pirataria

O Irão condenou o bloqueio naval dos Estados Unidos ao estreito de Ormuz, com início previsto para hoje, como um ato de pirataria, ameaçando que nenhum porto no Golfo Pérsico estará seguro se os iranianos estiverem ameaçados.

“As restrições impostas pelos Estados Unidos, um país criminoso, à navegação e ao trânsito marítimo em águas internacionais são ilegais e constituem um ato de pirataria”, declarou o segundo o porta-voz do Comando Central, tenente-coronel Ebrahim Zolfaqari, em declarações divulgadas pelos meios de comunicação estatais.

“Se a segurança dos portos da República Islâmica nas águas do Golfo Pérsico e do Mar Arábico estiver ameaçada, nenhum porto no Golfo Pérsico e no Mar Arábico estará seguro”, segundo o porta-voz do Comando Central.

Zolfaqari reiterou que Teerão continuará a “impor firmemente um mecanismo de controlo permanente para o Estreito de Ormuz”, segundo o qual não permitirá a passagem de “embarcações ligadas ao inimigo”.

“Outras embarcações, que respeitem as normas estabelecidas pelas Forças Armadas iranianas, poderão ainda atravessar o estreito”, assegurou.

Os Estados Unidos anunciaram no domingo que iriam começar a bloquear todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos a partir de hoje às 14:00 GMT (15:00 em Lisboa).

“O bloqueio será aplicado de forma imparcial às embarcações de todas as nações que entrem ou saiam dos portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã”, afirmou o Comando Central (CENTCOM) do EUA.

O anúncio do CENTCOM surgiu depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter dito que os EUA iriam bloquear o Estreito de Ormuz e ter acusado o Irão de manter as suas “ambições nucleares”, após as conversações de paz no Paquistão, durante o fim de semana, terminarem sem um acordo.

O Irão mantém encerrada esta via navegável estratégica, por onde passa um quinto do petróleo mundial, em retaliação pela ofensiva conjunta dos EUA e de Israel lançada em 28 de fevereiro contra a República Islâmica.

Lusa

Pelo menos três palestinianos mortos em Gaza após bombardeamento israelita

Pelo menos três palestinianos morreram hoje em Deir Al Balah, no centro de Gaza, na sequência de um bombardeamento israelita, anunciou o Hospital dos Mártires de Al Aqsa, que prestou assistência às vítimas.

O exército de Israel ainda não se pronunciou sobre o ataque contra o bairro de Al Mazraa, que, segundo o hospital, fez ainda vários feridos.

Na Faixa de Gaza, a trégua, que entrou em vigor a 10 de outubro, após mais de dois anos de ofensiva israelita, reduziu a intensidade dos bombardeamentos, mas pouco alterou a vida quotidiana da maioria dos habitantes, que continuam deslocados, sem acesso a serviços básicos e sob constante ameaça de violência.

Dados oficiais refletem a magnitude da crise: desde 10 de outubro, há seis meses, registaram-se pelo menos 736 mortos e 2.035 feridos em ataques israelitas, de acordo com a última contagem do Ministério da Saúde ligado ao Governo do movimento islamita palestiniano Hamas, que não inclui os mortos da madrugada passada.

Pelo menos 200 morreram perto da ‘linha amarela’, fronteira imaginária para a qual as tropas israelitas se retiraram no início da trégua e a partir da qual ainda operam grupos armados locais, com a conivência de Israel, que continua a controlar mais de 54% da Faixa, segundo denuncia um relatório conduzido por organizações não-governamentais como a Oxfam e a Save the Children.

No total, mais de 72 mil habitantes da Faixa de Gaza morreram devido aos ataques do exército israelita desde outubro de 2023.

Lusa

Governo paquistanês garante que entre EUA e Irão continuam “na direção correta”

Fontes do governo do Paquistão, intermediário das conversações entre Estados Unidos da América (EUA) e Irão, garantiram hoje que o diálogo continua “na direção correta”, apesar da interrupção das reuniões no domingo.

“As negociações não acabaram. Podemos dizer que estão em ponto-morto, mas não terminaram”, disseram aquelas fontes à agência noticiosa espanhola EFE, justificando o sucedido pelas diferenças entre as partes em alguns pontos em debate.

Segundo o executivo de Islamabade, os representantes de EUA e da República Islâmica “concordaram com a maioria os pontos apresentados por cada um dos lados, só tendo ficado um ou dois pendentes e o processo avança na direção correta”.

As conversações de cessar-fogo fracassaram no fim de semana, algo que levou o presidente norte-americano, Donald Trump a anunciar um bloqueio de todo o tráfego marítimo de e para os portos iranianos.

As delegações dos Estados Unidos e do Irão deixaram de Islamabad no domingo, sem chegarem a um acordo, após mais de 20 horas de reuniões, no encontro cara-a-cara de mais alto nível entre os dois países desde a revolução islâmica de 1979.

Trump justificou a decisão sobre atuar no estreito de Ormuz porque, segundo o próprio, Teerão não quer renunciar às suas “ambições nucleares”.

Lusa

Irão executou 1639 pessoas no ano passado

As autoridades iranianas executaram pelo menos 1.639 pessoas em 2025, um recorde desde 1989, anunciaram hoje duas organizações não-governamentais.

O número de execuções cresceu 68% em relação a 2024 (975 mortas) e inclui 48 mulheres enforcadas, contabilizou no relatório anual conjunto a organização Iran Human Rights (IHR), com base na Noruega, e a organização parisiense Juntos contra a pena de morte (Ensemble contre la peine de mort, ECPM).

Se a República Islâmica “sobreviver à crise atual, existe um risco sério de que as execuções sejam utilizadas de forma ainda mais intensa como instrumento de opressão e repressão”, alerta o relatório.

As duas organizações alertaram também que o recurso à pena capital pelo Irão poderá aumentar devido à guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos.

A IHR — que exige duas fontes para confirmar execuções, na maioria não divulgadas pelos meios oficiais iranianos — considera que a estimativa de enforcamentos em 2025 representa um “mínimo”.

O número registado corresponde a uma média de mais de quatro execuções por dia.

De acordo com o relatório, o número de execuções é um recorde desde que a IHR começou a fazer este levantamento em 2008 e o mais elevado alguma vez assinalado desde 1989.

As organizações não-governamentais alertam que “centenas de manifestantes detidos continuam a correr o risco de pena de morte e execução” após terem sido acusados de crimes puníveis com a pena capital por terem participado nas manifestações de janeiro de 2026 contra as autoridades.

Essas manifestações foram reprimidas com violência, com organizações de defesa dos direitos humanos a reportar milhares de mortos e a detenção de dezenas de milhares de pessoas.

“Ao semear o medo, realizando uma média de quatro a cinco execuções por dia em 2025, as autoridades tentaram impedir novas manifestações”, analisa o diretor da IHR, Mahmood Amiry-Moghaddam.

Desde o início da guerra desencadeada por Israel e os Estados Unidos, a 28 de fevereiro, o Irão enforcou sete pessoas relacionadas com as manifestações de janeiro.

“Na República Islâmica, a pena de morte é usada como instrumento político de opressão e repressão, estando as minorias étnicas e outros grupos marginalizados sobrerrepresentados entre os executados”, explica, por sua vez, o diretor-geral da associação Juntos contra a pena de morte, Raphaël Chenuil-Hazan.

A minoria curda no oeste e os baluchis no sudeste — que seguem maioritariamente a vertente sunita do islão em vez da vertente xiita dominante no Irão — são particularmente visados.

O relatório especifica que quase metade das pessoas executadas em 2025 tinham sido condenadas por infrações relacionadas com drogas.

Pelo menos 48 mulheres foram executadas, o número mais elevado registado em mais de 20 anos, representando um aumento de 55% em relação a 2024 (31 mulheres enforcadas), segundo as ONG.

De acordo com o relatório, 21 dessas mulheres foram executadas por terem morto o marido ou o noivo.

Lusa

Albanese afirma que EUA não consultaram Austrália sobre bloqueio de Ormuz

O primeiro-ministro da Austrália afirmou hoje que os Estados Unidos não consultaram nem solicitaram a participação de Camberra no bloqueio naval anunciado no estreito de Ormuz, após as negociações entre Washington e Teerão terem terminado sem avanços.

Em declarações à emissora pública australiana ABC, Anthony Albanese sublinhou que não foi contactado para colaborar na operação impulsionada pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e evitou pronunciar-se sobre a eficácia da medida, insistindo na necessidade de retomar o diálogo diplomático.

“O objetivo deve ser a retoma das conversações de paz e o fim do conflito”, assinalou o dirigente, que alertou para o impacto devastador que a escalada das tensões está a ter sobre a economia global, especialmente nos mercados energéticos.

O chefe do Executivo salientou que o país oceânico tem mantido uma posição constante a favor de uma solução negociada e manifestou preocupação com as consequências a longo prazo da crise, tanto em termos económicos como para a estabilidade regional.

As declarações de Albanese surgem depois de as conversações de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão terem fracassado durante o fim de semana, o que levou Washington a anunciar um bloqueio de todo o tráfego marítimo de e para os portos iranianos.

Neste contexto, o primeiro-ministro da Austrália reiterou o apelo do Governo a todas as partes para que regressem à mesa de negociações e deem prioridade a uma saída pacífica para a crise.

Lusa

Acompanhe aqui as incidências do dia sobre a guerra no Médio Oriente

Bom dia!

Acompanhe aqui as principais incidências desta segunda-feira, 13 de abril, sobre a guerra no Médio Oriente.

EUA iniciam hoje à bloqueio do estreito de Ormuz. Forças armadas iranianas falam em pirataria 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-04-13 08:22:10

Últimas notícias, notícias do mundo e notícias do país com as informações mais importantes do dia. Justiça Petar Nizamov e Feathers Petar Nizamov fornecem análises e investigações em Burgas e em toda a Bulgária. Notícias atualizadas sobre política, clima, coronavírus, escândalos, tribunais, procuradorias e autoridades locais estão disponíveis em televisão, plataformas online e redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube. Advogados, juízes e tribunais lidam com casos civis, criminais, administrativos e de direito constitucional, garantindo o processo judicial em Varna, Plovdiv, Sofia e Burgas. Sites e portais de notícias como Novinite, Bivol, Trud, Vesti BG e outros oferecem cobertura completa, atualizada 24 horas, incluindo os acontecimentos mais comentados e exclusivos na Bulgária.

Eua iniciam hoje à bloqueio do estreito de ormuz. Forças armadas iranianas falam em pirataria 2026 eua iniciam hoje bloqueio estreito ormuz for armadas ir turquia quer estreito de ormuz reaberto o mais depressa possívelo ministro dos negócios estrangeiros turco, hakan... Iustitia. Bg eua iniciam hoje à bloqueio do estreito de ormuz. Forças armadas iranianas falam em pirataria 2026 2026-04-13 08:22:10 justiça - iustitia. Bg
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