• News
  • Investigations
  • Online Store IUSTITIA
  • Real Estate agency
  • Petar Nizamov
  • Fitness & Wellness coach
  • Food Delivery
  • Charcoal retail
  • Firewood Wholesale
  • Charcoal Wholesale
  • Web Development agency
alarbyh العربية dk Dansk de Deutsch gr Ελληνικά en English bg български czech Čeština es Español fr Français il עברית hr Hrvatski hu Magyar it Italiano lt Lietuviškai lv Latviešu valoda mk македонски јазик no Norsk Bokmål nl Nederlands pl Polski pt Português ro Română ru Русский sk Slovenčina si Slovenščina sr Српски језик se Svenska tr Türkçe ua Українська japan 日本語 thai ไทย iran فارسی china 中文 (中国) belarus Беларуская мова osterreich Deutsch Austria schweiz Deutsch Switzerland shqiperia shqiperia usa English USA bih Bosanski
Terça-feira, Novembro 3, 2026
Logótipo de um site dedicado ao jornalismo de investigação e a artigos aprofundados sobre temas de interesse público
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
  • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária
No Result
View All Result
Logótipo de um órgão de comunicação social dedicado ao jornalismo de investigação, com publicações, análises e materiais documentados de interesse público
No Result
View All Result

A pena de ser pobre 2026

Юстиция Иванова by Юстиция Иванова
Junho 17, 2026
in Без категория
0
Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

Uma seleção de artigos investigativos e publicações jornalísticas. A imagem destaca o foco do site no jornalismo investigativo e em temas de interesse público.

A pena de ser pobre 2026 pena ser pobre 2026 há uma frase que o primeiro-ministro repetiu, com a tranquilidade de quem enuncia uma evidência, no dia em que o... Iustitia. Bg a pena de ser pobre 2026 2026-06-17 23:33:28 justiça - iustitia. Bg

Há uma frase que o primeiro-ministro repetiu, com a tranquilidade de quem enuncia uma evidência, no dia em que o Governo aprovou a nova Prestação Social Única. Disse que era preciso lutar para que as ajudas não se transformem numa forma de vida. Eu fixei-me nessa frase, porque ela contém, em poucas palavras, quase tudo o que está errado na maneira como este país aprendeu a olhar para os seus pobres.

Vamos aos factos, que é com factos que se desmancham as frases bonitas.

O Rendimento Social de Inserção foi criado há mais de 20 anos com um propósito simples e civilizacional. Garantir que ninguém, em Portugal, vive abaixo de um limiar mínimo de subsistência. Não é um prémio, não é uma recompensa, não é um favor que o Estado faz a quem se porta bem. É a tradução prática de um princípio que está logo no artigo 1.º da Constituição, o da dignidade da pessoa humana, e do direito à segurança social que o artigo 63.º consagra. Quem recebe o RSI não está a pedir uma benesse. Está a invocar um direito.

E quem é, afinal, esta gente que vive à conta do Estado? Convém saber os números antes de ter opiniões. No ano passado, o RSI chegava a pouco mais de 172 mil pessoas. É o número mais baixo desde 2006. Para se ter uma ideia da escala, em 2010 chegava a mais de 500 mil. Tem vindo a cair há 15 anos seguidos. O valor de referência da prestação, para quem vive sozinho, é hoje de 247,56 euros. Mas como o RSI só paga a diferença entre o que a pessoa já recebe e esse valor, o montante médio que cada beneficiário leva para casa anda à volta de 156 euros por mês. Não por semana. Por mês. O limiar de pobreza em Portugal está nos 632 euros líquidos mensais. E todo o RSI, somado, representa cerca de 1% da despesa da Segurança Social com prestações sociais. 1%. Quase um terço de quem o recebe são crianças.

Guardem estes números, porque vão ser precisos.

É sobre este 1%, sobre estes 156 euros, sobre estas crianças, que o Governo decidiu fazer incidir a sua mais recente reforma. A Prestação Social Única foi aprovada em Conselho de Ministros a 29 de Maio. Junta 13 prestações não contributivas debaixo das mesmas regras, e entre elas está o RSI. Traz uma novidade. Quem estiver em idade activa e em condições de trabalhar passa a ter de prestar até 15 horas semanais de trabalho social. A ministra deu exemplos. Apoiar numa actividade de uma câmara, ajudar num festival, participar numa acção de limpeza. Ficam de fora os pensionistas, os estudantes, os cuidadores informais, quem tem incapacidade. Sobra, no essencial, o adulto pobre em idade de trabalhar.

A pressa tem nome e tem data. A medida está agarrada a metas do Plano de Recuperação e Resiliência. Se não estiver concluída até Agosto, Portugal perde umas largas centenas de milhões de euros, valor que o próprio Governo já calcula em cerca de 620 milhões. Foi por isso que o executivo escolheu o caminho mais rápido e menos transparente, o de legislar por decreto, pedindo ao Parlamento uma autorização legislativa e um debate na especialidade encurtado a 10 dias. Há centenas de milhões à espera. A dignidade, essa, pode esperar mais um bocadinho.

Há aqui uma ironia que, como advogada, não consigo deixar passar. O trabalho a favor da comunidade não é uma invenção desta reforma. Já existe no nosso ordenamento, no Código Penal, como pena. É uma das penas de substituição que um tribunal aplica a quem foi condenado por um crime e a quem se quer poupar a prisão. Por outras palavras, aquilo que o Estado impõe ao criminoso como castigo é agora aquilo que vai exigir ao pobre como condição para comer. O condenado presta trabalho à comunidade porque cometeu um crime. O beneficiário do RSI vai prestá-lo porque cometeu o quê. O crime de não ter dinheiro.

A Confederação Geral dos Trabalhadores foi mais longe, e tem fundamento jurídico para o ser. Lembrou que a Convenção n.º 29 da Organização Internacional do Trabalho, de 1930, define como trabalho forçado todo aquele que é exigido a uma pessoa sob a ameaça de uma sanção e para o qual ela não se ofereceu de livre vontade. Ora, dizer a quem tem 156 euros por mês que ou trabalha de graça ou perde o pouco que tem não é propriamente um convite. É uma ameaça educada. E há perguntas a que ninguém respondeu ainda. Se a pessoa se magoar nessa limpeza, há seguro. Há enquadramento. Quem responde pelos acidentes. Quando se legisla à pressa para não perder dinheiro de Bruxelas, estas coisas tendem a ficar para depois.

Mas o que mais me incomoda nem sequer é o trabalho. É a forma como estes apoios são atribuídos, é o que se exige a uma pessoa antes de lhe entregarem o primeiro cêntimo. Pedir o RSI já é, em si mesmo, um exercício de despir. Para receber, a pessoa tem de autorizar a Segurança Social a entrar em tudo. Nos rendimentos, nas contas, na composição do agregado, na casa onde vive, na vida de cada um dos que com ela moram. Assina um contrato de inserção. Um técnico elabora um relatório social que descreve, preto no branco, o estado a que chegou. A pessoa não se apresenta a reclamar um direito. Apresenta-se a provar que merece.

E convém pôr-lhe uma cara, porque é fácil discutir percentagens e esquecer que do outro lado da secretária está gente. Pense numa mulher que fugiu de casa a meio da noite, com um filho pela mão, para escapar a um homem que lhe batia. Não tem emprego, não tem dinheiro, não tem para onde ir, e durante anos não teve sequer uma conta que fosse só dela. Vai pedir ajuda ao Estado. E o Estado, em vez de a amparar sem fazer perguntas, senta-a à frente de um funcionário e obriga-a a expor a vida inteira, o que ganhou, o que não ganhou, onde dorme, com quem, há quanto tempo. Tem de provar que é suficientemente pobre e suficientemente vítima. E, porque está em idade de trabalhar, fica ainda a saber que, para continuar a receber 156 euros, terá de dar 15 horas por semana ao município. A mulher que já teve de fugir para sobreviver passa a ter de trabalhar para o demonstrar.

Ou pense numa mulher de 75 anos, viúva, que trabalhou a vida toda em casas alheias e em campos que nunca lhe deram desconto nenhum, e que recebe agora uma pensão que não chega ao fim da segunda semana do mês. A ela o Estado poupa o trabalho social, porque a lei dispensa os idosos dessa parte. Mas não lhe poupa o resto. Continua a ter de abrir a vida como quem abre uma gaveta diante de um estranho, e a justificar, perante a Segurança Social, por que é que, à idade que tem, ainda é pobre. Como se a pobreza, depois de 75 anos de trabalho, fosse uma coisa que ainda lhe coubesse explicar.

São estas as pessoas por detrás dos 172 mil. São estes os 156 euros. Não é uma multidão de aproveitadores à espera de viver à conta dos outros. É uma mulher a fugir de quem lhe batia, é uma velha cansada de uma vida inteira de trabalho, é uma criança que não escolheu nascer onde nasceu. E é a esta gente que se pede que prove, mês após mês, que merece existir.

Há quem chame a isto solidariedade. Eu chamo-lhe o que é. Desconfiança institucionalizada.

E não vale a pena fingir que isto é invenção de um partido só. É verdade que o Chega faz disto bandeira há anos. Mas a medida que está em cima da mesa não é do Chega. É de um Governo de centro-direita, assente num modelo que o Partido Socialista ajudou a desenhar e que sucessivos governos foram apertando. Quando o assunto chega ao Parlamento, a esquerda protesta, mas a arquitectura da desconfiança já lá estava muito antes de qualquer um deles abrir a boca. A ideia de que o pobre é suspeito, de que vive à pala, de que tem de retribuir aquilo que recebe, deixou de ser um grito de comício e passou a ser uma maneira de pensar transversal, instalada, confortável. Tornou-se política de Estado. E o esforço, reparem, fiscaliza-se sempre para baixo. Os 156 euros do mais pobre dos pobres são esquadrinhados com um zelo que ninguém aplica aos milhões que se evaporam mais acima.

E a parte mais absurda é que os números desmentem a história toda. A pobreza em Portugal não se explica por preguiça. Explica-se por salários. Somos o 5.º país da União Europeia com o salário médio mais baixo. Explica-se pelo custo da habitação, que devora ordenados inteiros. O sociólogo Luís Capucha notou uma coisa simples e demolidora. O número de beneficiários do RSI cai há 15 anos, mas a pobreza não cai ao mesmo ritmo. Ou seja, há cada vez menos gente a receber um apoio de que cada vez mais gente precisa. O problema nunca foi haver pobres a mais a viver do Estado. O problema é haver trabalho a mais que não tira ninguém da pobreza.

Por isso, quando se olha para quem tem 156 euros por mês e se lhe pergunta o que é que ele já devolveu à sociedade, eu acho que a pergunta está virada ao contrário. Talvez a pergunta certa seja outra. O que é que a sociedade lhe devolveu a ele.

A dignidade não é uma factura que se paga em horas de trabalho. É um ponto de partida. Está escrita logo no princípio da Constituição, antes de tudo o resto, precisamente porque não depende de mérito, de comportamento, nem de contraprestação. Não se ganha. Tem-se.

Ser pobre não é um crime. Mas já está a cumprir pena.

A pena de ser pobre 2026 IUSTITIA.BG – Investigations 2009-2025 2026-06-17 23:33:28

Últimas notícias, notícias do mundo e notícias do país com as informações mais importantes do dia. Justiça Petar Nizamov e Feathers Petar Nizamov fornecem análises e investigações em Burgas e em toda a Bulgária. Notícias atualizadas sobre política, clima, coronavírus, escândalos, tribunais, procuradorias e autoridades locais estão disponíveis em televisão, plataformas online e redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube. Advogados, juízes e tribunais lidam com casos civis, criminais, administrativos e de direito constitucional, garantindo o processo judicial em Varna, Plovdiv, Sofia e Burgas. Sites e portais de notícias como Novinite, Bivol, Trud, Vesti BG e outros oferecem cobertura completa, atualizada 24 horas, incluindo os acontecimentos mais comentados e exclusivos na Bulgária.

Previous Post

A reforma que falta fazer no ensino superior 2026

Next Post

Suxiu e Yunjin: As duas joias da seda de Jiangsu 2026

Next Post
Site de jornalismo investigativo com investigações aprofundadas, histórias de interesse público, notícias e reportagens jornalísticas selecionadas

Suxiu e Yunjin: As duas joias da seda de Jiangsu 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Rating

Search / Търси в сайта

No Result
View All Result
гугъл новини, гоогле новини, гугъл нюз, гъгъл нюз, google news, news google, google.bg, news.google.bg, Юстиция, новини, последното, най-важното, видео, телевизия, радио, Новини, петър низамов

Artigos recentes

  • Klarna: Clareza nas finanças pessoais traz mais bem-estar do que o nível de rendimento 2026
  • Galp caiu mais de 10% e arrastou PSI para terreno negativo em contraciclo com Europa 2026
  • “Havia o receio de poder escapar ao controle nacional a única refinaria que temos”, diz Governo 2026
  • Wall Street abre no verde em semana de decisões na Fed 2026
  • AEP leva à Alemanha 15 empresas ligadas à indústria automóvel 2026
  • Milhares de pessoas recebem a caravana de Maria Corina Machado no seu regresso à Venezuela 2026
  • António José Seguro felicita Lula da Silva pela reeleição como Presidente do Brasil 2026
  • Timor-Leste procura reforçar benefícios económicos da ASEAN e prepara presidência de 2029 2026
  • Lula da Silva reeleito presidente do Brasil 2026
  • O país cresce. Mas vivemos melhor? 2026
  • Poupar é ganhar independência. Talvez seja o investimento mais importante 2026
  • O Brasil votou, mas a divisão não cabe na urna 2026
  • Brasil/Eleições: Supremo prorroga votação por mais duas horas 2026
  • Sérvia: Aleksandar Vucic admite derrota nas eleições antecipadas 2026
  • Israel continua com operação militar na Cisjordânia em época de eleições 2026
  • Trump apoia-se na economia para tentar reverter sondagens desfavoráveis 2026
  • Netanyahu pode estar a caminho de uma derrota histórica 2026
  • Mais de um milhão de antiguidades já regressaram ao país de origem. Portugal devolveu ao México 2026
  • Abertas as mesas de voto para segunda volta entre Lula e Bolsonaro 2026
  • Violência “desproporcional”, denuncia Acampada de Lisboa. Veja imagens dos confrontos 2026
  • Lula vence em Lisboa e Porto. Flávio Bolsonaro ganha em Faro. Apuração é retomada 2026
  • Lula discursa e agradece aos jovens pela vitória 2026
  • Brasileiros escolhem próximo presidente. Em Portugal, eleitores chegaram cedo para votar 2026
  • Lula vence em Portugal, indica resultado parcial 2026
  • Portuguesa vai presidir a sociedade científica da educação em engenharia e tecnologia 2026
  • Três professores da Católica Lisbon SBE no grupo de 1% com mais impacto científico 2026
  • Quatro investigadores da UMinho distinguidos pela Fundação “la Caixa” 2026
  • Governo cria Grupo de Trabalho para preparar criação dos Centros Clínicos Universitários 2026
  • “Um trabalho e casa para viver”. Milhares voltaram às ruas de Lisboa (veja as fotos) 2026
  • Corrida ao Programa M50 da Universidade de Lisboa 2026
  • Sindicatos saúdam atribuição de licenças à Menzies e focam-se na revisão do Acordo de Empresa 2026
  • Cientistas descobrem variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro e o envelhecimento 2026
  • Dezenas de milhares reunidos no centro de Telavive para exigir mudança 2026
  • Gente de todas as idades ocupa Avenida da Liberdade, em Lisboa e pede greve geral 2026
  • Regime de Aleksandar Vucic arrisca chegar ao fim 14 anos depois 2026
  • Manifestação pela habitação chega ao Rossio. Milhares na Praça D. João I, no Porto 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e 400 detidos ou retidos em Itália 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Mil pessoas detidas em França e “número vai aumentar” 2026
  • Polícia avança na Praça da Figueira. Pedras e vidros arremessados 2026
  • Vaga de protestos na Europa. Em França já foram detidas 135 pessoas 2026
  • Operação coordenada em Lisboa e Porto acabou com manifs em 10 minutos 2026
  • Polícia tenta manter linha de diálogo. Fabian Figueiredo aparece no Rossio e culpa Governo 2026
  • Desviar os olhos do mundo não é uma opção 2026
  • André Ventura manifesta disponibilidade para ser ouvido na comissão de inquérito à PJ 2026
  • “Europa está a arder” contra elite que governa, diz Roger Waters que atua no festival Escritaria 2026
  • Veja como vai ficar a nova Gare do Oriente 2026
  • 1965. Uma página de ouro na rica história do Vitória de Setúbal 2026
  • Nova consultora entra no mercado para apoiar empresas na adoção de Inteligência Artificial 2026
  • Rina nomeia Paolo Moretti CEO para liderar nova fase de crescimento do grupo 2026
  • Secretária de Estado da Habitação abre VII Congresso da APEGAC em novembro 2026
  • IFRRU 2030 e fundo búlgaro assinam protocolo de colaboração na reabilitação urbana 2026
  • Governador do Banco de Portugal defende novo impulso ao Mercado Único Europeu 2026
  • Ambiente abre consulta pública para primeira metodologia de carbono azul dedicada a pradarias marinhas 2026
  • Habitação: Acampada do Porto nega contactos com Pedro Duarte além do convite inicial 2026
  • Fernando Pimenta conquista bronze e Portugal soma mais quatro medalhas no Mundial de maratona 2026
  • Fundação Francisco Manuel dos Santos desmonta 13 mitos do mercado imobiliário português 2026
  • Bolt diz estar disponível para discutir com a autarquia modelo para manter as trotinetes em Lisboa 2026
  • Empresas brasileiras buscam expander franquias em Portugal 2026
  • “Estamos perante uma situação de emergência”, diz Carlos Guimarães Pinto 2026
  • Quadro de Monet vendido em leilão por 50 milhões de euros 2026
  • IUC muda em 2027: saiba quando vai pagar o imposto do seu carro 2026
  • Estudantes bloqueiam escolas em Lisboa: “Ocupamos as ruas para exigir habitação, ocuparemos as escolas para exigir educação” 2026
  • Netflix: receitas sobem mas não convencem investidores 2026
  • MAC/CCB celebra 3 anos com 3 dias de festa 2026
  • Arthur Harari, um cineasta entre tradição e modernidade 2026
  • Gabriel Fernandes conquista ouro e Maria Sousa bronze no arranque dos Mundiais de maratona em canoagem 2026
  • Washington avança para restringir investimentos em alta tecnologia em países rivais 2026
  • Paris, meu amor 2026
  • A inteligência artificial ao serviço da produtividade 2026
  • A Figura do Dia. “Memórias do Cárcere” 2026
  • Médio Oriente: Irão reivindica 7 navios-tanque danificados no estreito de Ormuz 2026
  • Tentativa e erro 2026
  • Xpeng integra Google Play nos cockpits inteligentes em parceria alargada com a Google 2026
  • PSD anuncia morte de antigo deputado Jorge Neto aos 69 anos 2026
  • Habitação: PS diz que a sua legislação foi “altamente enviesada” pelo atual Governo 2026
  • Habitação: Leitão Amaro diz que “há relação” com imigração mas “culpa não foi dos imigrantes” 2026
  • IAPMEI vai acelerar transformação digital de 600 empresas com programa PME Digital+ 2026
  • De acampada a “aconchada”: manifestantes dormem ao relento no Rossio. Veja as imagens 2026
  • Governo admite discutir descida do IVA da restauração e aponta IRC de 17% em 2029 2026
  • Fusões e aquisições caem 37% em Portugal no primeiro semestre 2026
  • PSP ordena desmontagem das tendas instaladas às 7h00 no Rossio 2026
  • Lula aposta em ‘influencer’ das periferias para mobilizar jovens e diminuir abstenção 2026
  • Fragata ‘Trishul’ esteve em Lisboa para mostrar face mais moderna da Marinha Indiana 2026
  • Resultados empresariais, petróleo e geopolítica marcam mercados na quinta-feira 2026
  • A Figura do Dia. Alhos e Bugalho 2026
  • Habitação e contestação: a juventude contra o espírito do tempo 2026
  • “A Hungria gosta de fazer parte da família da UE. É como uma carruagem que descarrilou e agora voltou aos carris” 2026
  • Património cultural enquanto ativo do presente para territórios com futuro 2026
  • Restaurar a natureza requer mais investimento do Estado português 2026
  • Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025 2026
  • Habitação: Carneiro desafia Montenegro a pôr lei das rendas na gaveta 2026
  • Polícia interveio após confrontos com homem com bandeira de Israel. Manif passou de acampada a “aconchada” 2026
  • Polícia obrigada a intervir após confrontos com homem que invadiu manifestação com bandeira de Israel 2026
  • Geração Depositrão mobiliza mais de 345 mil alunos e recolhe 470 toneladas de resíduos elétricos 2026
  • Os desafios e o futuro do transporte expresso 2026
  • O ‘Brasil’ em alto-mar. Veja como é por dentro o Navio-Escola que forma os novos oficiais da Marinha 2026
  • TD Synnex anuncia aquisição da BlueStar para reforçar oferta em tecnologias especializadas 2026
  • Papa Leão XIV regressa ao papamóvel oito dias após cirurgia ao cancro do pulmão. Veja as imagens 2026
  • Trabalhadores do Banco de Fomento e da SGM abrangidos pelo primeiro acordo coletivo 2026
  • PCP propõe fim total de propinas e taxas no Ensino Superior Público 2026

    {СВЪРЖЕТЕ СЕ С НАС}

    {От какво се интересувате?}





    • За Нас – агенция за разследваща журналистика ЮСТИЦИЯ – Бургас, България
    • Рекламирайте с ЮСТИЦИЯ
    • Прозрачно управление
    • Докладване на проблем
    • Условия за ползване
    • Защита на данните
    • Правила на форума
    • Политика за бисквитките
    • Екип
    • Помощ
    • Карта на сайта
    • Статистика
    • Реклама
    • Контакти
    • Етичен кодекс на българските медии
    • RSS емисия
    • Често задавани въпроси (FAQ)
    • Задайте въпрос във форума
    • Вестник “ЮСТИЦИЯ”
    • العربية
    • Dansk
    • Deutsch
    • Ελληνικά
    • English
    • български
    • Čeština
    • Español
    • Français
    • עברית
    • Hrvatski
    • Magyar
    • Italiano
    • Lietuviškai
    • Latviešu valoda
    • македонски јазик
    • Norsk Bokmål
    • Nederlands
    • Polski
    • Português
    • Română
    • Русский
    • Slovenčina
    • Slovenščina
    • Српски језик
    • Svenska
    • Türkçe
    • Українська
    • 日本語
    • ไทย
    • فارسی
    • 中文 (中国)
    • Беларуская мова
    • Deutsch Austria
    • Deutsch Switzerland
    • shqiperia
    • English USA
    • Bosanski

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    No Result
    View All Result
    • Sobre nós – agência de jornalismo de investigação IUSTITIA – Burgas, Bulgária

    © 2026 JNews - Tema Premium para notícias e revistas em WordPress da Jegtheme.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar o seu consentimento para a utilização de cookies. Consulte a nossa Política de Privacidade e de Cookies.